HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2021
Sobre o trauma cervical, as zonas cervicais, para avaliação, são divididas, da seguinte forma: 1 - Abrange do ângulo da mandíbula até a base do crânio. li - Abrange da cartilagem cricoide até o ângulo da mandíbula. Ili - Base do pescoço -> Abrange da clavícula até a cartilagem cricoide. Respectivamente, os itens acima, discorrem, sobre as:
Zonas cervicais para trauma: Zona I (clavícula à cricoide), Zona II (cricoide ao ângulo da mandíbula), Zona III (ângulo da mandíbula à base do crânio).
A divisão do pescoço em zonas (I, II, III) é fundamental na avaliação do trauma cervical penetrante, pois cada zona apresenta estruturas anatômicas específicas e implicações diferentes para o manejo e a investigação diagnóstica.
O trauma cervical é uma condição grave que exige avaliação rápida e precisa devido à presença de múltiplas estruturas vitais em um espaço relativamente pequeno. A classificação do pescoço em zonas anatômicas é uma ferramenta essencial para a avaliação e o manejo de lesões penetrantes, auxiliando na identificação de estruturas potencialmente lesadas e na escolha da melhor abordagem diagnóstica e terapêutica. As três zonas cervicais são definidas por marcos anatômicos específicos: Zona I (base do pescoço) estende-se da clavícula até a cartilagem cricoide, contendo grandes vasos (subclávios, carótidas proximais), ápice pulmonar e esôfago/traqueia distal. A Zona II (pescoço médio) vai da cartilagem cricoide ao ângulo da mandíbula, incluindo carótidas, veias jugulares, laringe, faringe e nervos importantes. A Zona III (pescoço superior) abrange do ângulo da mandíbula à base do crânio, com vasos distais, glândulas salivares e nervos cranianos. A Zona II é a mais acessível cirurgicamente, enquanto as Zonas I e III são mais desafiadoras devido à sua localização profunda e à proximidade com o tórax e o crânio, respectivamente. O manejo inicial inclui estabilização da via aérea, controle de hemorragias e avaliação neurológica. A escolha de exames complementares (angiotomografia, endoscopia, arteriografia) depende da zona acometida e da estabilidade hemodinâmica do paciente.
A Zona I estende-se da clavícula até a cartilagem cricoide. A Zona II vai da cartilagem cricoide até o ângulo da mandíbula. A Zona III abrange do ângulo da mandíbula até a base do crânio.
A divisão em zonas ajuda a guiar a investigação diagnóstica e a conduta terapêutica, pois cada zona contém estruturas vitais específicas (vasos, vias aéreas, esôfago, nervos) que podem ser lesadas, determinando a gravidade e o tipo de abordagem.
As Zonas I e III são frequentemente as mais desafiadoras devido à dificuldade de acesso cirúrgico e à proximidade com estruturas torácicas (Zona I) ou intracranianas (Zona III), exigindo abordagens mais complexas e, por vezes, multidisciplinares.
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