SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2025
De acordo com o Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde do Brasil, pacientes que apresentem exantema maculopapular pruriginoso acompanhado de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: febre; hiperemia conjuntival/conjuntivite não purulenta; artralgia/poliartralgia; edema periarticular, enquadram-se nos critérios de definição de caso suspeito de
Zika = exantema maculopapular pruriginoso + febre + conjuntivite não purulenta + artralgia/edema periarticular.
A definição de caso suspeito de Zika é crucial para a vigilância epidemiológica, especialmente devido ao risco de complicações neurológicas e congênitas. A presença de exantema pruriginoso, conjuntivite não purulenta e artralgia, associados à febre, são marcadores importantes que diferenciam a Zika de outras arboviroses.
A infecção pelo vírus Zika, uma arbovirose transmitida principalmente pelo Aedes aegypti, tornou-se uma preocupação global de saúde pública devido à sua associação com a Síndrome Congênita do Zika Vírus e complicações neurológicas em adultos. A compreensão da definição de caso suspeito é fundamental para a vigilância epidemiológica e a resposta rápida a surtos. Os critérios clínicos são a base para a triagem inicial e direcionamento para testes diagnósticos. De acordo com o Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, um caso suspeito de Zika é caracterizado pela presença de exantema maculopapular pruriginoso, acompanhado de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: febre, hiperemia conjuntival/conjuntivite não purulenta, artralgia/poliartralgia e edema periarticular. A presença do exantema pruriginoso e da conjuntivite não purulenta são características distintivas que auxiliam na diferenciação de outras arboviroses, como Dengue e Chikungunya, que podem ter quadros febris e artralgias semelhantes. O manejo dos casos suspeitos de Zika é principalmente de suporte, com foco no alívio dos sintomas. No entanto, a importância maior reside na identificação de gestantes e na vigilância de complicações neurológicas. A notificação compulsória é essencial para monitorar a circulação viral e orientar as ações de saúde pública, incluindo o controle do vetor e a educação da população sobre medidas preventivas.
Um caso suspeito de Zika é definido pela presença de exantema maculopapular pruriginoso, acompanhado de um ou mais dos seguintes: febre, hiperemia conjuntival/conjuntivite não purulenta, artralgia/poliartralgia ou edema periarticular. Esses critérios são estabelecidos pelo Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
A conjuntivite associada à Zika é tipicamente não purulenta, ou seja, não há secreção amarelada ou esverdeada. É caracterizada por hiperemia conjuntival (olhos vermelhos) e pode ser acompanhada de prurido ocular. Isso a diferencia de conjuntivites bacterianas, que geralmente são purulentas.
A identificação precoce de casos suspeitos de Zika é crucial para a vigilância epidemiológica, controle da transmissão e, principalmente, para o acompanhamento de gestantes devido ao risco de microcefalia e outras anomalias congênitas associadas à Síndrome Congênita do Zika Vírus. Permite também a diferenciação de outras arboviroses e a implementação de medidas de saúde pública.
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