Vulvovaginites: Diagnóstico e Manejo na Atenção Primária

FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2017

Enunciado

Eliana chega à Unidade de Saúde da Família de Nova Aliança e acessa a médica de família, Dra. Mariana via acolhimento. Vem relatando quadro de secreção vaginal esbranquiçada com prurido vulvar intenso, dispareunia e edema de vulva. A melhor conduta a ser realizada por Dra. Mariana para manejo desse caso é

Alternativas

  1. A) encaminhá-la para um ginecologista para que se possa realizar uma abordagem diagnóstica e terapêutica adequada.
  2. B) por não se tratar de uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), é desnecessário realizar orientações quanto à higiene e questões relacionadas à sexualidade.
  3. C) realizar anamnese, exame físico e exame macroscópico do fluxo vaginal para realizar diagnóstico presuntivo de um agente etiológico.
  4. D) pelo relato do acolhimento, presume-se se tratar de candidíase vaginal devendo-se orientá-la que não se trata de uma Doença Sexualmente Transmissível (DST).
  5. E) na escolha do tratamento, Dra. Mariana deve preferir a prescrição de medicação via oral associada à medicação intravaginal com Metronidazol gel, pois esta combinação demonstrou ser mais eficaz no tratamento das vulvovaginites.

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