HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2020
Assinale a alternativa correta em relação ao líquido amniótico:
Volume máximo de líquido amniótico ocorre entre 36-38 semanas de gestação, refletindo o bem-estar fetal.
O volume de líquido amniótico reflete o bem-estar fetal. Seu pico ocorre no final do terceiro trimestre, diminuindo após 38 semanas. A urina fetal é o principal contribuinte para o volume a partir do segundo trimestre.
O líquido amniótico é um componente vital para o desenvolvimento fetal, atuando como um amortecedor contra traumas, permitindo a movimentação fetal e o desenvolvimento pulmonar e musculoesquelético. Sua avaliação é crucial na vigilância pré-natal, sendo indicadores de bem-estar fetal ou de possíveis anomalias. Alterações em seu volume, como oligodrâmnio ou polidrâmnio, podem sinalizar condições maternas ou fetais que requerem investigação. A fisiologia do líquido amniótico muda ao longo da gestação. No início, ele é um transudato do plasma materno e fetal. A partir do segundo trimestre, a urina fetal se torna a principal fonte de produção, enquanto a deglutição fetal é o principal mecanismo de reabsorção. O volume de líquido amniótico aumenta progressivamente, atingindo seu pico entre 36 e 38 semanas de gestação, com uma média de 800 a 1000 mL, e então começa a diminuir. A compreensão da dinâmica do líquido amniótico é fundamental para o diagnóstico e manejo de condições como restrição de crescimento intrauterino, malformações renais ou gastrointestinais, e diabetes gestacional. A monitorização do volume, geralmente pelo Índice de Líquido Amniótico (ILA) ou pela maior bolsa, é uma ferramenta importante para a avaliação da saúde fetal e para guiar condutas obstétricas.
O líquido amniótico protege o feto contra traumas, permite o desenvolvimento pulmonar e musculoesquelético adequado, e mantém a temperatura constante, sendo vital para o seu crescimento.
O volume máximo de líquido amniótico é atingido entre 36 e 38 semanas de gestação, com uma média de 800-1000 mL, diminuindo progressivamente após esse período.
No primeiro trimestre, é um transudato materno/fetal. A partir do segundo trimestre, a urina fetal é a principal fonte, e a deglutição fetal é o principal mecanismo de reabsorção.
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