SES-MA - Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão — Prova 2020
A primeira consulta do recém-nascido deverá ocorrer na sua primeira semana de vida. Esta por sua vez pode ocorrer no domicílio da família. A visita médica domiciliar constitui um momento propício para estimular e auxiliar a família nas dificuldades do aleitamento materno exclusivo, para orientar e realizar imunizações, identificação de riscos e vulnerabilidades ao nascer e da avaliação da saúde da puérpera. Na visita médica domiciliar para a família do recém-nascido, são situações de risco e vulnerabilidade à saúde do recém-nascido: I - Criança residente em área de risco. II - Baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g). III - Prematuridade (menos de 37 semanas gestacionais). IV - Asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto. São CORRETOS os itens:
Visita domiciliar RN: avaliar riscos como prematuridade, baixo peso, Apgar baixo e ambiente social.
A visita domiciliar na primeira semana de vida do recém-nascido é crucial para identificar precocemente fatores de risco e vulnerabilidade, tanto biológicos (prematuridade, baixo peso, asfixia) quanto sociais (área de risco), garantindo intervenções oportunas e suporte à família e à puérpera.
A primeira semana de vida do recém-nascido é um período crítico para a adaptação à vida extrauterina e para a identificação de potenciais problemas de saúde. A visita médica domiciliar, preconizada pela atenção primária à saúde, é uma ferramenta valiosa para monitorar o binômio mãe-bebê em seu contexto familiar e social. Durante essa visita, é fundamental avaliar tanto os aspectos biológicos quanto os sociais que podem conferir risco e vulnerabilidade ao recém-nascido. Fatores como prematuridade, baixo peso ao nascer e histórico de asfixia grave ou Apgar baixo no 5º minuto são indicadores de maior necessidade de acompanhamento e intervenção. Além disso, o ambiente em que a criança vive, como a residência em área de risco social, é um determinante importante da saúde e deve ser considerado na avaliação integral. A identificação desses fatores permite à equipe de saúde planejar intervenções personalizadas, oferecer suporte ao aleitamento materno, orientar sobre imunizações e encaminhar para serviços especializados quando necessário, visando um desenvolvimento saudável.
A visita domiciliar permite uma avaliação integral do recém-nascido e da puérpera em seu ambiente familiar, identificando precocemente riscos biológicos e sociais, auxiliando no aleitamento materno, orientando sobre imunizações e promovendo a saúde materno-infantil de forma contextualizada.
Fatores biológicos incluem prematuridade (menos de 37 semanas gestacionais), baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g), histórico de asfixia grave ou Apgar menor que 7 no 5º minuto, além de intercorrências no período neonatal imediato que demandem acompanhamento.
Residir em área de risco social pode expor o recém-nascido a condições precárias de saneamento, violência, menor acesso a serviços de saúde e educação, impactando negativamente seu desenvolvimento e aumentando a vulnerabilidade a doenças e acidentes, exigindo atenção redobrada.
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