CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2009
No registro da acuidade visual para longe durante a adaptação de recurso de visão subnormal, quando o paciente não consegue ler o maior optótipo da tabela, devemos:
Baixa visão → aproximar a tabela e ajustar a fração (distância real / tamanho do optótipo).
Em pacientes com visão subnormal, a medida da acuidade visual deve ser adaptada reduzindo a distância entre o paciente e a tabela para quantificar o resíduo visual existente.
A avaliação da acuidade visual em baixa visão difere da rotina oftalmológica padrão. O uso de tabelas como a ETDRS (LogMAR) é preferível, mas na indisponibilidade, a aproximação da tabela de Snellen é a conduta correta. Essa técnica permite identificar o potencial de melhora com recursos ópticos. Se um paciente lê 2/60, ele possui um resíduo visual que pode ser ampliado com telescópios ou lupas para atingir níveis funcionais de leitura ou orientação espacial.
A acuidade visual é registrada como uma fração onde o numerador é a distância em que o paciente está da tabela e o denominador é o número do menor optótipo lido. Por exemplo, se o paciente lê o optótipo de 60 metros a uma distância de 2 metros, a acuidade é 2/60.
A medida 'conta dedos' é imprecisa e varia conforme a iluminação e o contraste da mão do examinador. Aproximar a tabela com optótipos padronizados permite uma quantificação reprodutível e essencial para a prescrição de auxílios ópticos, como telescópios.
Segundo a OMS, considera-se visão subnormal quando a acuidade visual no melhor olho, com a melhor correção óptica, é menor que 20/60 (0,3) até a percepção de luz, ou um campo visual menor que 10 graus.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo