Santa Casa de Marília (SP) — Prova 2025
Dos quatro tipos de vírus influenza, podemos indicar como correto:
Influenza A: maior variedade de hospedeiros, maior morbidade/mortalidade, causa pandemias e doença grave.
O vírus influenza tipo A é o mais virulento e com maior potencial pandêmico devido à sua capacidade de infectar diversas espécies (aves, suínos, humanos) e sofrer grandes rearranjos genéticos (shift antigênico), resultando em novas cepas contra as quais a população não possui imunidade. Isso leva a maior morbidade e mortalidade.
Os vírus influenza são agentes etiológicos da gripe, uma doença respiratória aguda que pode variar de leve a grave. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D. A compreensão das características de cada tipo é fundamental para a epidemiologia, prevenção e tratamento da doença. O vírus influenza tipo A é o mais significativo do ponto de vista da saúde pública global. Ele possui a maior variedade de hospedeiros naturais, incluindo aves aquáticas, suínos e humanos, o que facilita a recombinação genética e o surgimento de novas cepas. É o único tipo capaz de causar pandemias, devido à sua capacidade de sofrer grandes alterações genéticas (shift antigênico), resultando em subtipos completamente novos aos quais a população humana não possui imunidade prévia. Consequentemente, o influenza tipo A está associado à maior morbidade e mortalidade. Os vírus influenza tipo B circulam principalmente entre humanos e causam epidemias sazonais, geralmente com menor gravidade que o tipo A, mas ainda podem causar doença significativa, especialmente em crianças e idosos. O tipo C causa infecções respiratórias leves e não está associado a epidemias. O tipo D afeta principalmente o gado e não é conhecido por infectar humanos. A vigilância contínua e o desenvolvimento de vacinas são essenciais para controlar a disseminação e o impacto desses vírus.
Existem quatro tipos de vírus influenza: A, B, C e D. O tipo A é o mais virulento, causa pandemias e tem ampla gama de hospedeiros. O tipo B causa epidemias sazonais e afeta principalmente humanos. O tipo C causa infecções leves e o tipo D afeta principalmente o gado.
O vírus influenza tipo A possui a capacidade de sofrer grandes rearranjos genéticos (shift antigênico), que resultam em novas combinações de hemaglutinina (H) e neuraminidase (N), contra as quais a população humana não tem imunidade prévia, levando a pandemias.
A distinção é crucial para a vigilância epidemiológica, desenvolvimento de vacinas e estratégias de saúde pública. O tipo A é o foco principal devido ao seu potencial pandêmico e maior gravidade, enquanto o tipo B também é incluído nas vacinas sazonais.
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