Viremia Baixa Persistente HIV: Manejo e Genotipagem
Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2019
Enunciado
O manejo de viremias baixas persistentes é especialmente complicado na impossibilidade de realização de genotipagem. Podemos assim concordar que:
Alternativas
A) os testes de genotipagem atualmente disponíveis para uso foram validados para valores de CV acima de 500 cópias/mL, sugere- se inicialmente excluir falhas atuais na adesão apenas que levem à diminuição da concentração dos antirretroviraise, na necessidade de realizar a troca do esquema antirretroviral, que seja consultado um especialista em resistência.
B) os testes de genotipagem atualmente disponíveis para uso foram validados para valores de CV acima de 50 cópias/mL, sugere-se inicialmente corrigir e/ou excluir falhas atuais na adesão e interações farmacológicas que levem à diminuição da concentração dos antirretroviraise, na necessidade de realizar a troca do esquema antirretroviral, que seja consultado um especialista em resistência.
C) os testes de genotipagem atualmente disponíveis para uso foram validados para valores de CV acima de 500 cópias/mL, sugere- se inicialmente corrigir e/ou excluir falhas atuais na adesão e interações farmacológicas que levem à diminuição da concentração dos antirretroviraise, na necessidade de realizar a troca do esquema antirretroviral, que seja consultado um especialista em resistência.
D) os testes de genotipagem atualmente disponíveis para uso foram validados para valores de CV acima de 500 cópias/mL, sugere- se inicialmente corrigir e/ou excluir falhas atuais na adesão e interações farmacológicas que levem ao aumento da concentração dos antirretroviraise, na necessidade de realizar a troca do esquema antirretroviral, que seja consultado um especialista em resistência.
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