Violência Sexual: Profilaxia Pós-Exposição e Contracepção

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2024

Enunciado

Uma jovem de 19 anos procura a emergência da maternidade com dor importante no baixo ventre e com discreto sangramento. À triagem, apresenta-se muito abalada, relata ter sofrido violência sexual durante um assalto, há 4 horas, e que o agressor não usou preservativo quando a penetrou. Relata que, ao chegar em casa e contar o ocorrido, sua mãe preferiu levá-la para atendimento médico antes de procurar a delegacia da mulher. Informa nunca ter engravidado, ter ciclos menstruais regulares, ter iniciado vida sexual aos 17 anos, com o ex-namorado, e que, atualmente, está sem relações sexuais há 5 meses.De acordo com a norma técnica do Ministério da Saúde, Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes, a conduta médica correta é prescrever a contracepção de emergência com

Alternativas

  1. A) levonorgestrel dose única e profilaxia para ISTs não virais e virais, independentemente do status sorológico do agressor.
  2. B) injetável mensal e profilaxia para ISTs não virais e virais, caso os testes rápidos para sífilis, hepatites e HIV forem negativos.
  3. C) levonorgestrel dose única, se teste o qualitativo para gravidez for negativo, e profilaxia para ISTs virais com antirretrovirais.
  4. D) injetável mensal e profilaxia para ISTs não virais e virais, após o retorno da paciente da delegacia com comprovante de exame pericial.

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