FESF-SUS - Fundação Estatal Saúde da Família (BA) — Prova 2018
"A violência contra a mulher ainda é uma importante causa de morbimortalidade de mulheres no Brasil. Quando comparada à violência sofrida pelos homens, o que chama atenção é que no caso das mulheres os principais agressores são pessoas de seu convívio próximo, como parceiros e outros familiares. [...] O Mapa da Violência contra a Mulher 2015: homicídios de mulheres no Brasil apontou que a taxa de homicídios de mulheres em 2013 foi de 4,8 para cada 100.000, taxa de 2,4 maior que a média mundial. Uma avaliação da taxa nacional de homicídio de mulheres de 2003 a 2013, demonstra que houve um aumento de 8,8% neste período. Entretanto, este aumento não aconteceu de maneira uniforme entre as mulheres, diminuindo 9,8% entre as mulheres brancas e aumentando 54% entre as mulheres negras, o que aponta que a questão racial é um importante elemento a ser considerado nas ações de enfrentamento à violência". (WAISELFISZ, 2015 apud SBMFC, 2017, p.1). Compreendendo que a saúde compõe a rede de enfrentamento à violência contra a mulher e que algumas ações podem ser realizadas pelos médicos de família e demais profissionais de saúde, é correto afirmar que
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