Santa Casa de Goiânia (GO) — Prova 2020
Em conformidade com o Ministério da Saúde do Brasil,
Vigilância ativa → busca intencional e proativa de casos em fontes de informação.
A vigilância ativa é caracterizada pela busca proativa de casos de eventos de saúde em fontes de informação específicas, como prontuários, registros laboratoriais ou visitas a serviços de saúde, diferentemente da vigilância passiva, que aguarda a notificação espontânea.
A vigilância em saúde é um conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. A notificação compulsória é um instrumento essencial para a vigilância, permitindo o monitoramento epidemiológico e a resposta rápida a surtos e epidemias. Existem diferentes modalidades de vigilância, como a ativa e a passiva. Na vigilância passiva, os serviços de saúde aguardam que os casos sejam notificados. Já na vigilância ativa, a equipe de saúde vai ativamente em busca dos casos, o que é crucial para eventos de alta relevância ou em situações de surto, garantindo uma detecção mais rápida e completa. Os prazos de notificação (imediata, semanal) são definidos pelo Ministério da Saúde e variam conforme a gravidade e o potencial de disseminação do agravo. É fundamental que profissionais de saúde conheçam a lista de doenças de notificação compulsória e seus respectivos prazos para garantir a efetividade do sistema de vigilância e a proteção da saúde pública.
A notificação imediata deve ser feita em até 24 horas para eventos que representam risco à saúde pública e exigem intervenção rápida. A notificação semanal é para eventos que permitem um monitoramento mais espaçado.
A vigilância ativa envolve a busca sistemática e intencional de casos de doenças ou agravos em fontes de informação específicas, como hospitais, laboratórios e prontuários, por parte da equipe de saúde.
Exemplos incluem cólera, difteria, febre amarela, sarampo, síndrome respiratória aguda grave (SRAG), botulismo, e eventos adversos pós-vacinação graves, entre outros que exigem resposta rápida.
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