FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2025
Paciente de 20 anos de idade, realiza colonoscopia eletiva sem nenhum histórico familiar e identifica se um pólipo séssil, regular, de 4mm em ceco, e foi removido por polipectomia, cujo anátomo demostra ser um adenoma de baixo grau de displasia. A próxima colonoscopia dessa paciente deverá ser em:
1-2 adenomas tubulares < 10mm com displasia de baixo grau → Repetir colonoscopia em 7-10 anos.
Pacientes com achados de baixo risco (1-2 adenomas pequenos sem displasia de alto grau) seguem o intervalo de rastreamento estendido para 10 anos.
A vigilância pós-polipectomia visa reduzir a incidência de câncer colorretal de intervalo. A estratificação de risco baseia-se no número, tamanho e histologia dos pólipos. Pacientes com 1-2 adenomas tubulares pequenos representam o grupo de menor risco de transformação maligna a curto prazo, permitindo intervalos de seguimento mais longos, o que otimiza recursos e reduz riscos de procedimentos desnecessários. É fundamental diferenciar adenomas de lesões serrilhadas sésseis, que possuem protocolos de seguimento distintos.
Segundo as diretrizes mais recentes (USMSTF e brasileiras), o intervalo recomendado para 1 ou 2 adenomas tubulares menores que 10mm com displasia de baixo grau é de 7 a 10 anos, sendo 10 anos a conduta padrão em muitos serviços para pacientes sem outros fatores de risco.
São considerados de alto risco adenomas ≥ 10mm, presença de 3 ou mais adenomas, componente viloso ou displasia de alto grau. Nesses casos, o seguimento deve ser mais precoce, geralmente em 3 anos.
Pólipos hiperplásicos pequenos (< 10mm) localizados em reto ou sigmoide são considerados achados normais e não reduzem o intervalo de rastreamento, mantendo-se em 10 anos.
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