PMF - Prefeitura Municipal de Franca (SP) — Prova 2021
De acordo com o ATLS 9ª edição, são consideradas vias aéreas definitivas ambas as contidas na alternativa:
Via aérea definitiva ATLS = Cuff insuflado + tubo na traqueia + conectado à ventilação (IOT, INT, cricotireoidostomia, traqueostomia).
De acordo com o ATLS (Advanced Trauma Life Support), uma via aérea definitiva é caracterizada por um tubo na traqueia com cuff insuflado, conectado a um dispositivo de ventilação, protegendo contra aspiração e garantindo oxigenação e ventilação adequadas. As opções que se encaixam nessa definição são a intubação orotraqueal, intubação nasotraqueal, cricotireoidostomia e traqueostomia.
No manejo inicial do paciente traumatizado, a avaliação e o controle da via aérea são prioridades absolutas, conforme preconizado pelo Advanced Trauma Life Support (ATLS). A capacidade de estabelecer uma via aérea definitiva é crucial para garantir a oxigenação e ventilação adequadas, além de proteger as vias aéreas contra aspiração. Uma via aérea definitiva é definida por três características: um tubo posicionado na traqueia, o cuff insuflado abaixo das cordas vocais e o tubo conectado a um dispositivo de ventilação, como um ventilador mecânico ou ambu. As técnicas para obtenção de uma via aérea definitiva incluem a intubação orotraqueal (IOT), a intubação nasotraqueal (INT), a cricotireoidostomia e a traqueostomia. A IOT é a técnica de escolha na maioria das situações de emergência. A INT pode ser utilizada em casos selecionados, mas é contraindicada em pacientes com suspeita de fratura de base de crânio. A cricotireoidostomia é um procedimento cirúrgico de emergência indicado quando a intubação falha ou é contraindicada, sendo uma opção rápida e eficaz para estabelecer uma via aérea em situações críticas. É fundamental que residentes e profissionais de emergência compreendam as indicações e contraindicações de cada método, bem como as características que definem uma via aérea como definitiva. Dispositivos supraglóticos, como a máscara laríngea, são úteis como ponte ou em situações de via aérea difícil, mas não conferem a mesma proteção e controle que uma via aérea definitiva. O domínio dessas técnicas e conceitos é vital para a sobrevida e o prognóstico dos pacientes traumatizados.
Pelo ATLS, uma via aérea definitiva é aquela em que um tubo está posicionado na traqueia, o cuff está insuflado e o tubo está conectado a um dispositivo de ventilação, garantindo a proteção da via aérea e a ventilação adequada.
A cricotireoidostomia é indicada como via aérea definitiva de emergência quando há falha na intubação orotraqueal ou nasotraqueal, ou quando estas são contraindicadas, como em trauma facial grave ou obstrução de via aérea superior.
A máscara laríngea não é considerada uma via aérea definitiva porque é um dispositivo supraglótico que não sela completamente a traqueia, oferecendo proteção limitada contra aspiração e não garantindo a mesma segurança e controle ventilatório de um tubo intratraqueal.
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