HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2021
Quando uma via aérea avançada (por exemplo, intubação endotraqueal, Combitube®, Máscara Laríngea) estiver instalada, está correto que:
Via aérea avançada na PCR: compressões contínuas + 1 ventilação a cada 6s (10 ventilações/min).
Com uma via aérea avançada instalada durante a PCR, as compressões torácicas devem ser contínuas, sem interrupções para ventilação. A ventilação é administrada de forma assíncrona, uma a cada 6 segundos, para evitar hiperventilação e otimizar a perfusão coronariana.
O manejo da via aérea avançada é um componente crítico da Reanimação Cardiopulmonar (RCP) avançada, especialmente em situações de parada cardiorrespiratória prolongada ou quando a ventilação com bolsa-máscara é ineficaz. A intubação endotraqueal, o uso de Combitube® ou Máscara Laríngea são exemplos de dispositivos que garantem uma via aérea definitiva e isolada, permitindo uma ventilação mais controlada e eficaz. Uma vez que uma via aérea avançada esteja instalada, a dinâmica da RCP muda significativamente. O foco principal passa a ser a manutenção de compressões torácicas contínuas e de alta qualidade, sem interrupções para as ventilações. As ventilações são administradas de forma assíncrona, ou seja, independentemente das compressões, a uma taxa de aproximadamente uma ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações por minuto). Essa abordagem otimiza a perfusão coronariana e cerebral, pois as pausas nas compressões são minimizadas. A hiperventilação deve ser evitada, pois pode levar ao aumento da pressão intratorácica, comprometendo o retorno venoso e o débito cardíaco. Residentes devem dominar essa técnica para garantir o melhor prognóstico possível para pacientes em PCR.
Com uma via aérea avançada (ex: tubo endotraqueal) instalada, deve-se administrar uma ventilação a cada 6 segundos, totalizando cerca de 10 ventilações por minuto, de forma assíncrona às compressões.
Não, após a instalação de uma via aérea avançada, as compressões torácicas devem ser contínuas e ininterruptas, minimizando as pausas para otimizar a perfusão miocárdica e cerebral.
A hiperventilação pode aumentar a pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso ao coração e, consequentemente, reduzindo o débito cardíaco e a perfusão coronariana e cerebral, prejudicando o sucesso da reanimação.
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