HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2023
Sobre o manejo da via aérea no paciente traumatizado, assinale a opção CORRETA:
Verificação do TOT: Ausculta abdome/tórax, CO₂ expirado e RX tórax.
A verificação da posição do tubo endotraqueal é crucial após a intubação, especialmente em trauma. A sequência de ausculta, capnografia e radiografia de tórax minimiza riscos de intubação esofágica ou brônquica seletiva, garantindo ventilação adequada.
O manejo da via aérea é a prioridade A do atendimento ao paciente traumatizado, sendo crucial para prevenir hipóxia e hipercapnia. A intubação orotraqueal é frequentemente necessária, mas exige técnica e confirmação rigorosas para evitar complicações graves. A confirmação da posição do tubo endotraqueal é um passo crítico. Inicialmente, a ausculta do abdome e de ambos os hemitórax pode indicar a posição. A capnografia, que mede o CO₂ expirado, é o método mais confiável para descartar intubação esofágica. A radiografia de tórax é o padrão-ouro para confirmar a profundidade correta do tubo e descartar intubação brônquica seletiva. O uso de relaxantes musculares facilita a intubação, mas exige preparo para um plano B em caso de via aérea difícil.
Os métodos essenciais incluem ausculta pulmonar bilateral e epigástrica, capnografia (medição de CO₂ expirado) e, idealmente, radiografia de tórax para confirmação final da profundidade.
A capnografia detecta a presença de dióxido de carbono no ar expirado, que é um indicativo de ventilação pulmonar. A ausência de CO₂ expirado, após algumas ventilações, sugere intubação esofágica.
Manobras como anteriorização da mandíbula, uso de cânulas orofaríngeas ou nasofaríngeas e a manobra de Sellick (embora controversa) podem auxiliar. A extensão cervical deve ser evitada em suspeita de lesão cervical.
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