HSA Guarujá - Hospital Santo Amaro de Guarujá (SP) — Prova 2020
Qual das seguintes afirmações descreve corretamente as ventilações que devem ser aplicadas no paciente em PCR após a inserção do tubo endotraqueal, insuflação do balão e verificação do posicionamento do tubo?
PCR com via aérea avançada: 10 ventilações/min (1 a cada 6s) sem pausas para compressões.
Após a inserção de uma via aérea avançada (como o tubo endotraqueal) em um paciente em PCR, as compressões torácicas devem ser contínuas e as ventilações administradas de forma assíncrona, com uma frequência de 10 ventilações por minuto (aproximadamente uma a cada 6 segundos). Isso otimiza a perfusão coronariana e cerebral, minimizando interrupções nas compressões.
No manejo da Parada Cardiorrespiratória (PCR), a ventilação é um componente crítico, especialmente após a inserção de uma via aérea avançada como o tubo endotraqueal. A compreensão da técnica e frequência corretas é fundamental para otimizar a ressuscitação e melhorar os desfechos do paciente. As diretrizes atuais enfatizam a minimização das interrupções nas compressões torácicas. Após a intubação endotraqueal e confirmação do posicionamento, as compressões torácicas devem ser mantidas de forma contínua, sem pausas. As ventilações são administradas de forma assíncrona, com uma frequência de 10 ventilações por minuto, o que equivale a uma ventilação a cada 6 segundos. O objetivo é fornecer oxigenação adequada sem comprometer o retorno venoso e a perfusão cerebral e coronariana, que são maximizadas pelas compressões ininterruptas. É crucial evitar a hiperventilação, que pode aumentar a pressão intratorácica, diminuir o retorno venoso e, consequentemente, reduzir o débito cardíaco e a perfusão de órgãos vitais. O volume corrente deve ser suficiente para causar uma elevação visível do tórax, mas não excessivo. Residentes devem praticar a coordenação entre compressões contínuas e ventilações assíncronas para garantir uma RCP de alta qualidade.
Após a inserção de um tubo endotraqueal em PCR, as ventilações devem ser aplicadas a uma frequência de 10 ventilações por minuto, ou seja, uma ventilação a cada 6 segundos, sem interrupção das compressões torácicas.
A mudança ocorre para permitir compressões torácicas contínuas e de alta qualidade, que são cruciais para a perfusão. Com uma via aérea avançada, a ventilação pode ser feita de forma assíncrona, sem a necessidade de pausas para ventilar, otimizando o fluxo sanguíneo cerebral e coronariano.
O volume corrente ideal para as ventilações em PCR é de aproximadamente 500-600 mL (ou 6-7 mL/kg), o suficiente para causar uma elevação visível do tórax, evitando hiperventilação que pode comprometer o retorno venoso e a perfusão.
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