Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2021
Das alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta o motivo mais comum de ventilação pulmonar mecânica em UTI pediátrica.
Bronquiolite e pneumonias virais são as causas mais comuns de VPM em UTI pediátrica.
Em UTIs pediátricas, a insuficiência respiratória aguda devido a infecções virais como bronquiolite e pneumonias virais é a principal razão para a necessidade de ventilação mecânica, especialmente em lactentes. O manejo visa otimizar a oxigenação e ventilação, minimizando o dano pulmonar.
A ventilação mecânica (VPM) em unidades de terapia intensiva pediátrica é um suporte vital para crianças com insuficiência respiratória. Compreender as causas mais comuns é fundamental para o diagnóstico rápido e manejo adequado. Doenças respiratórias virais, como bronquiolite e pneumonias virais, representam a maioria dos casos que necessitam de VPM em crianças, especialmente lactentes, devido à imaturidade do sistema respiratório e à alta incidência dessas infecções. A fisiopatologia dessas condições envolve inflamação das vias aéreas, broncoespasmo, edema e aumento da produção de muco, levando a obstrução e comprometimento da troca gasosa. O diagnóstico é clínico, complementado por exames de imagem. A suspeita deve surgir em crianças com desconforto respiratório progressivo, hipoxemia e hipercapnia. O tratamento da insuficiência respiratória aguda em pediatria foca na otimização da oxigenação e ventilação, com a VPM sendo indicada quando outras medidas falham. O prognóstico depende da causa subjacente e da resposta ao tratamento. É crucial para residentes reconhecerem os sinais de falência respiratória e as indicações de VPM para iniciar o suporte ventilatório de forma oportuna e segura.
As principais indicações incluem insuficiência respiratória aguda por doenças pulmonares (bronquiolite, pneumonia, asma grave), choque, coma e pós-operatório de grandes cirurgias.
A bronquiolite, causada principalmente pelo VSR, leva à inflamação e obstrução das pequenas vias aéreas, resultando em desconforto respiratório grave e hipoxemia, necessitando de suporte ventilatório.
A diferenciação envolve anamnese detalhada, exame físico (padrão respiratório, ausculta), exames laboratoriais e de imagem (radiografia de tórax), que ajudam a identificar a etiologia viral, bacteriana ou outras.
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