HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2021
O uso da Ventilação com Bolsa-Válvula-Máscara BVM requer considerável prática e deve ser feito na presença de dois socorristas, sendo correto que:
BVM com 2 socorristas: um sela a máscara e abre via aérea, outro ventila e observa elevação do tórax.
A ventilação com BVM é mais eficaz e segura quando realizada por dois socorristas. Um socorrista garante a vedação adequada da máscara e a abertura da via aérea, enquanto o outro comprime a bolsa, otimizando a ventilação e minimizando vazamentos.
A ventilação com Bolsa-Válvula-Máscara (BVM), popularmente conhecida como Ambu, é uma técnica fundamental no suporte básico e avançado de vida para pacientes com insuficiência respiratória ou parada cardiorrespiratória. Sua correta aplicação é crucial para garantir a oxigenação e ventilação pulmonar, sendo um pilar na ressuscitação. A prática e o treinamento contínuo são essenciais para a proficiência. A técnica ideal para a ventilação com BVM, especialmente em situações de emergência, envolve dois socorristas. Um socorrista posiciona-se na cabeceira do paciente, utilizando ambas as mãos para manter a via aérea aberta (manobra de elevação do mento/inclinação da cabeça ou tração da mandíbula) e garantir uma vedação hermética da máscara à face, usando a técnica de 'C' e 'E'. O segundo socorrista, posicionado ao lado do paciente, é responsável por comprimir a bolsa de forma controlada, observando a elevação do tórax para garantir ventilações eficazes. A importância da ventilação com dois socorristas reside na otimização da vedação da máscara e na manutenção da via aérea, minimizando vazamentos e a insuflação gástrica. Isso assegura que o volume de ar administrado atinja os pulmões de forma eficiente, melhorando a oxigenação e a ventilação. Para residentes, dominar esta técnica é vital para a prática clínica em emergências, garantindo um suporte respiratório eficaz e seguro.
A ventilação com BVM por dois socorristas permite uma vedação mais eficaz da máscara e uma melhor abertura da via aérea, resultando em ventilações mais eficientes e menor risco de insuflação gástrica.
Um socorrista é responsável por manter a via aérea aberta e a máscara bem vedada à face do paciente, utilizando a técnica de 'C' e 'E'. O outro socorrista comprime a bolsa para fornecer as ventilações.
Uma ventilação inadequada pode levar à hipoventilação, hipóxia, insuflação gástrica com risco de regurgitação e aspiração, e ventilações ineficazes que não promovem a oxigenação cerebral e tecidual.
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