PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2020
A Veia Porta carreia aproximadamente 75% do suprimento sanguíneo do Fígado, ela é formada pela junção das seguintes veias:
Veia Porta = Veia esplênica + Veia mesentérica superior.
A veia porta hepática é a principal via de drenagem venosa do trato gastrointestinal, pâncreas e baço para o fígado. Ela é formada pela confluência da veia esplênica e da veia mesentérica superior, geralmente posterior ao colo do pâncreas. A veia mesentérica inferior tipicamente drena para a veia esplênica antes de sua junção.
A veia porta hepática é um componente vital da circulação portal, responsável por carrear aproximadamente 75% do suprimento sanguíneo para o fígado. Este sangue é rico em nutrientes absorvidos do trato gastrointestinal e em substâncias potencialmente tóxicas, que são metabolizadas no fígado antes de entrar na circulação sistêmica. Compreender sua anatomia é fundamental para diversas condições clínicas, como a hipertensão portal. A formação da veia porta ocorre classicamente pela confluência de duas grandes veias: a veia esplênica, que drena o baço, parte do pâncreas e o estômago; e a veia mesentérica superior, que drena o intestino delgado, ceco, cólon ascendente e parte do cólon transverso. Essa junção geralmente acontece posterior ao colo do pâncreas. A veia mesentérica inferior, que drena o cólon descendente, sigmoide e reto superior, tipicamente se une à veia esplênica antes da formação da porta. Anomalias na formação da veia porta são raras, mas o conhecimento da anatomia padrão é crucial para cirurgiões, radiologistas e clínicos, especialmente no contexto de doenças hepáticas, transplantes e procedimentos intervencionistas.
A veia porta hepática é formada pela junção da veia esplênica e da veia mesentérica superior, geralmente posterior ao colo do pâncreas.
A veia porta é responsável por transportar sangue rico em nutrientes e toxinas absorvidos do trato gastrointestinal, pâncreas e baço diretamente para o fígado, onde são processados antes de retornar à circulação sistêmica.
A veia mesentérica inferior geralmente drena para a veia esplênica, que por sua vez se une à veia mesentérica superior para formar a veia porta. Raramente, pode drenar diretamente para a veia porta.
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