CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2025
Sobre a irrigação vascular ocular, assinale a alternativa correta.
Artérias ciliares posteriores curtas → Irrigam a coroide e a cabeça do nervo óptico.
A vascularização ocular depende da artéria oftálmica; as ciliares posteriores curtas são vitais para a nutrição do disco óptico e da camada coroidal.
O suprimento sanguíneo do olho é derivado quase inteiramente da artéria oftálmica. Seus ramos dividem-se em grupos que suprem as estruturas intraoculares e extraoculares. A artéria central da retina entra no nervo óptico a cerca de 10-15mm atrás do globo e supre as camadas retinianas internas. As artérias ciliares posteriores dividem-se em longas (que suprem o corpo ciliar e íris) e curtas. As curtas são fundamentais na prática clínica, pois sua oclusão ou hipoperfusão está diretamente ligada à Neuropatia Óptica Isquêmica Anterior (NOIA). Compreender essa rede vascular é essencial para o diagnóstico diferencial de perdas visuais agudas e patologias vasculares da retina e coroide.
As artérias ciliares posteriores curtas (geralmente entre 15 a 20 ramos) perfuram a esclera ao redor do nervo óptico. Elas são responsáveis pela irrigação de toda a coroide e da porção anterior da cabeça do nervo óptico (disco óptico), formando o círculo arterial de Zinn-Haller.
Cada músculo reto ocular possui duas artérias ciliares anteriores, com exceção do músculo reto lateral, que possui apenas uma. Essas artérias auxiliam na irrigação do segmento anterior do olho e da conjuntiva.
A artéria oftálmica é, geralmente, o primeiro ramo importante da artéria carótida interna após ela emergir do seio cavernoso (segmento supraclinoide). Ela entra na órbita através do canal óptico, inferior e lateralmente ao nervo óptico, dando origem a ramos como a artéria central da retina e as artérias ciliares.
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