Vasa Prévia: Diagnóstico e Risco de Exsanguinação Fetal

UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2018

Enunciado

Primigesta, 23 anos de idade, adicta, 28 semanas de gestação pela data de sua última menstruação, chega ao pronto-socorro obstétrico queixando-se de diminuição da vitalidade fetal. Não fizera pré-natal. Foi submetida à cardiotocografia que não evidenciou presença de contrações ou desacelerações, apresentando 150 bpm de frequência cardíaca fetal. A ecografia obstétrica confirmou a idade gestacional em 28 semanas e demonstrou uma placenta com inserção na parede posterior uterina, baixa, mas distante do orifício endocervical e um lobo acessório sucenturiado implantado no segmento inferior da parede uterina anterior. O Doppler demonstra um vaso unindo os dois lobos placentários atravessando o orifício endocervical. De acordo com o quadro apresentado, essa paciente tem maior risco de

Alternativas

  1. A) rotura prematura das membranas amnióticas. 
  2. B) torção do cordão umbilical, devido à inserção velamentosa do cordão.
  3. C) pré-eclâmpsia. 
  4. D) embolia amniótica.
  5. E) exsanguinação fetal após ruptura das membranas amnióticas.

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