Varizes de Esôfago Pós-Esplenectomia: Conduta e Vigilância

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2016

Enunciado

Paciente encaminhado para o ambulatório do fígado após ter sido realizado cirurgia de desconexão ázigo-portal e esplenectomia DAPE na urgência, paciente encontra-se no 14o pós-operatório. Encontra-se assintomático, exame físico corado, hidratado, eupneico, anictérico, orientado. Exame abdominal discretamente ascítico e ferida operatória de incisão de Lennander com bom aspecto com pontos de nylon. Traz hemograma colhido no 10º PO. O hemograma apresenta 900.000 plaquetas e paciente não foi vacinado, pois foi operado no pronto socorro. Após 1 ano, o paciente retorna assintomático (sem queixas), com USG de abdômen doppler sem trombose de veia porta e com velocidade de fluxo portal de 13,5 cm por segundo, realizou também endoscopia com varizes de esôfago de médio calibre, finas e sem sinal da cor vermelha. Sua orientação para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Repetir doppler anualmente e realizar tratamento endoscópico das varizes de esôfago.
  2. B) Repetir doppler semestralmente e realizar tratamento endoscópico das varizes de esôfago.
  3. C) Repetir doppler anualmente e não realizar tratamento endoscópico das varizes de esôfago.
  4. D) Repetir doppler semestralmente e não realizar tratamento endoscópico das varizes de esôfago.
  5. E) Este paciente não apresenta mais chance de sangramento e, portanto, não precisa mais repetir nenhum exame.

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