Válvula de Uretra Posterior Fetal: Diagnóstico e Manejo

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2016

Enunciado

Primigesta, 22 semanas, que acaba de iniciar seu pré-natal, foi encaminhada para avaliação morfológica fetal ultrassonográfica por apresentar altura uterina de 19 cm. Ao exame notou-se feto único vivo, pélvico, com peso estimado de 405g, anidramnia, bexiga distendida com paredes espessadas, dolicomegaureter bilateral e dilatação de uretra proximal (sinal do “dedo de luva”), sem outros achados. Sobre este caso, pode-se afirmar:

Alternativas

  1. A) Caso a função renal fetal seja normal, uma opção terapêutica é derivação vesico-amniótica com cateter “double-pigtail”.
  2. B) Mesmo com função renal preservada, a melhor opção é aguardar o nascimento para ablação da válvula de uretra posterior.
  3. C) Caso haja deterioração da função renal, o transplante intrauterino deste órgão é a melhor opção.
  4. D) O diagnóstico mais provável é estenose de duodeno e o anidrâmnio decorre da nãoprogressão do liquido amniótico pela obstrução.
  5. E) Como há megadolicoureter a principal hipótese é estenose da junção uretrovesical.

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