Vaginose Citolítica: Diagnóstico, pH e Achados Microscópicos

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Paciente de 31 anos, nuligesta, procura atendimento ginecológico com queixa de prurido vulvar intenso e corrimento esbranquiçado de caráter recorrente há cerca de 8 meses. Relata que os sintomas apresentam uma periodicidade marcante, exacerbando-se significativamente na semana que antecede a menstruação e apresentando melhora espontânea importante logo após o início do fluxo menstrual. Nega novos parceiros sexuais ou uso de antibióticos recentes. Já realizou três tratamentos prévios para candidíase com antifúngicos orais e tópicos, prescritos em outros serviços, obtendo apenas alívio transitório. Ao exame físico, observa-se vulva com leve eritema e conteúdo vaginal branco, grumoso, aderido às paredes vaginais e ao colo uterino, sem odor fétido. A avaliação do pH vaginal, realizada com fita reagente, revela um valor de 3,7. A microscopia a fresco do conteúdo vaginal demonstra ausência de hifas, pseudohifas ou leveduras, presença de raros polimorfonucleares, abundância de bacilos Gram-positivos e inúmeros núcleos celulares epiteliais isolados (núcleos nus) em meio a debris citoplasmáticos. O diagnóstico mais provável é:

Alternativas

  1. A) Vaginose bacteriana
  2. B) Candidíase vulvovaginal recorrente
  3. C) Vaginite inflamatória descamativa
  4. D) Vaginose citolítica

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