Vaginose Bacteriana: Diagnóstico e Tratamento Essencial

ENARE/ENAMED — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 33 anos comparece ao médico com queixa de leucorreia há 2 semanas, com odor desagradável, que piora após a relação sexual. Ao exame especular, verifica-se conteúdo vaginal aumentado, com coloração branco-acinzentada e algo bolhoso. O colo uterino apresenta mácula rubra de 2,0 cm de diâmetro ao redor do orifício externo, e o muco cervical está com aspecto transparente. A fita de pH vaginal registra resultado de 5,2. O teste do KOH10% exacerbou o odor da leucorreia. Ao toque vaginal, o colo móvel apresenta-se indolor. Realizada a bacterioscopia, visualizaram-se células epiteliais recobertas por cocobacilos Gram variáveis.Considerando a principal hipótese diagnóstica, o melhor tratamento para a paciente é:

Alternativas

  1. A) fluconazol, 1 comprimido de 150 mg em dose única;
  2. B) duchas vaginais com bicarbonato de sódio por 10 dias;
  3. C) fenticonazol, creme vaginal, 0,02 mg/g, uma vez ao dia, durante 7 dias;
  4. D) metronidazol 500 mg, por via oral, duas vezes ao dia, durante 7 dias;
  5. E) creme vaginal combinando clindamicina 2% e hidrocortisona 10%, por 14 dias.

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