HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2021
Acerca do vácuo extrator, método utilizado para a indução do parto, é CORRETO afirmar:
Vácuo extrator: tempo máximo de aplicação 30 minutos para evitar complicações fetais e maternas.
O uso do vácuo extrator é uma técnica para auxiliar o parto, mas deve ser feito com cautela. O tempo máximo de aplicação da pressão de vácuo é de 30 minutos, e o número de puxadas também é limitado, para minimizar riscos de lesões no couro cabeludo fetal, como cefalohematoma ou hemorragia intracraniana.
O vácuo extrator é um instrumento utilizado para auxiliar no parto vaginal, aplicando sucção no couro cabeludo fetal para facilitar a descida e o nascimento. É uma alternativa ao fórceps em diversas situações, especialmente quando há necessidade de abreviar o período expulsivo por exaustão materna ou sofrimento fetal. A segurança no uso do vácuo extrator é primordial. É crucial respeitar os limites de tempo de aplicação da pressão de vácuo, que geralmente não deve exceder 30 minutos, e o número de puxadas (geralmente não mais que 3 puxadas ou 3 desprendimentos do copo). A redução da pressão entre as contrações não é uma prática padrão, e a pressão deve ser mantida para otimizar a tração. As contraindicações para o vácuo extrator são importantes e incluem prematuridade (<34 semanas), desproporção cefalopélvica, apresentações anômalas e coagulopatias fetais. O conhecimento dessas limitações e a técnica correta são essenciais para minimizar os riscos de complicações maternas e fetais, como lacerações vaginais, cefalohematoma, hemorragia subgaleal e icterícia neonatal.
As indicações incluem exaustão materna, período expulsivo prolongado, sofrimento fetal agudo no período expulsivo e certas condições maternas que contraindicam o esforço de puxo prolongado, como cardiopatias.
Contraindicações incluem idade gestacional inferior a 34 semanas, apresentação de face, apresentação pélvica, suspeita de desproporção cefalopélvica, coagulopatias fetais e condições que contraindicam o parto vaginal, como placenta prévia.
As complicações fetais podem incluir cefalohematoma, caput succedaneum, hemorragia subgaleal, icterícia neonatal, lesões da retina e, mais raramente, hemorragia intracraniana, exigindo monitoramento pós-parto.
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