HMASP - Hospital Militar de Área de São Paulo — Prova 2021
O Brasil possui um dos melhores programas nacionais de imunização do mundo. São exemplos de vacinas de agentes atenuados, exceto:
Vacinas atenuadas ≠ inativadas; dTpa é inativada (toxoide), Dengue, BCG, Rotavírus, Herpes Zoster são atenuadas.
É crucial diferenciar vacinas atenuadas de inativadas para entender suas contraindicações (ex: imunocomprometidos) e mecanismos de ação. Vacinas atenuadas induzem uma resposta imune mais robusta e duradoura, mas com risco de doença em hospedeiros vulneráveis.
As vacinas são pilares da saúde pública, e o Brasil se destaca com um dos melhores programas de imunização. Compreender os tipos de vacinas é fundamental para a prática médica, especialmente para a correta indicação e contraindicação. As vacinas são classificadas principalmente em atenuadas (vírus ou bactérias vivos, mas enfraquecidos) e inativadas (agentes mortos ou componentes deles). Vacinas atenuadas, como BCG, Rotavírus, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela, Febre Amarela e Dengue, induzem uma resposta imune celular e humoral robusta, mimetizando a infecção natural. No entanto, são contraindicadas em imunocomprometidos e gestantes devido ao risco de replicação do patógeno. Já as vacinas inativadas, como dTpa (toxoide), Hepatite B, Influenza e Poliomielite inativada, são mais seguras para esses grupos, mas geralmente requerem doses de reforço para manter a imunidade. A vacina dTpa (difteria, tétano e pertussis acelular) é um exemplo de vacina inativada, especificamente um toxoide para difteria e tétano, e componentes acelulares para pertussis. A escolha da vacina e o conhecimento de suas características são essenciais para garantir a segurança e eficácia da imunização, prevenindo doenças infecciosas e suas complicações.
As principais vacinas atenuadas no calendário brasileiro incluem BCG, Rotavírus, Febre Amarela, Sarampo-Caxumba-Rubéola (SCR), Varicela e Herpes Zoster. A vacina da Dengue também é atenuada.
A principal contraindicação para vacinas atenuadas é a imunodeficiência grave, seja primária ou secundária (ex: uso de imunossupressores, HIV com CD4 baixo), devido ao risco de replicação descontrolada do agente vacinal e desenvolvimento da doença.
As vacinas inativadas podem ser de vírus ou bactérias inteiras inativadas, toxoides (toxinas bacterianas inativadas, como tétano e difteria), subunidades proteicas, polissacarídeos (conjugadas ou não) e vacinas de vetor viral não replicante.
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