INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2022
Uma menina com 11 meses de idade comparece à consulta de puericultura na Unidade Básica de Saúde. A mãe questiona como deve seguir a vacinação, especificamente no caso do sarampo, uma vez que a criança recebeu uma dose dessa vacina aos 8 meses de idade, quando teve contato com um caso suspeito da doença. De acordo com o estabelecido pelo Ministério da Saúde, essa criança deve receber uma dose da vacina
Dose zero sarampo aos 8m → Tríplice viral aos 12m + Tetraviral aos 15m (esquema normal).
A dose zero da vacina contra o sarampo (tríplice viral) é administrada em situações de surto ou contato com caso suspeito em crianças de 6 a 11 meses. Essa dose não substitui as doses do calendário básico, que devem ser mantidas: a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a dose da tetraviral (ou segunda tríplice viral) aos 15 meses.
A vacinação contra o sarampo é um componente vital do calendário de imunização infantil, com o objetivo de erradicar a doença. O esquema vacinal padrão no Brasil prevê a administração da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses de idade e uma segunda dose, preferencialmente a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), aos 15 meses. Este esquema garante uma proteção robusta e duradoura contra essas doenças virais. Em situações epidemiológicas específicas, como surtos ou contato com casos suspeitos, o Ministério da Saúde recomenda a 'dose zero' da vacina tríplice viral para crianças de 6 a 11 meses de idade. Esta medida visa conferir proteção precoce a um grupo vulnerável, mas é crucial entender que esta dose não conta como parte do esquema vacinal regular. Ela é uma dose extra de reforço para situações de emergência. Assim, mesmo após receber a dose zero, a criança deve seguir o calendário vacinal padrão, recebendo a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a tetraviral (ou segunda tríplice viral) aos 15 meses. É fundamental que os profissionais de saúde, especialmente os que atuam em puericultura, dominem essas nuances do calendário vacinal para garantir a imunização adequada da população e evitar falhas na proteção contra doenças preveníveis por vacinação.
A 'dose zero' é uma dose extra da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) administrada a crianças de 6 a 11 meses de idade em situações de surto ou contato com casos suspeitos de sarampo. Ela visa oferecer proteção precoce em contextos de alto risco.
Não, a dose zero não substitui as doses regulares do calendário vacinal. Ela é uma dose adicional. As crianças que recebem a dose zero devem seguir o esquema vacinal padrão, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose (tetraviral ou tríplice viral) aos 15 meses.
Se a criança recebeu a dose zero entre 6 e 11 meses, o esquema completo será: dose zero (6-11 meses), primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e segunda dose (tetraviral ou tríplice viral) aos 15 meses de idade.
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