SMS Piracicaba - Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba (SP) — Prova 2021
Sobre a vacinação contra o sarampo é incorreto afirmar:
Dose zero sarampo (6-11m) em surto exige repetição aos 12m e 15m para imunização completa.
Em situações de surto de sarampo, a "dose zero" da vacina tríplice viral (SCR) é recomendada para crianças de 6 a 11 meses. Contudo, essa dose não é considerada parte do esquema vacinal de rotina e a criança ainda precisará receber as doses de 12 e 15 meses para garantir a imunização completa.
A vacinação contra o sarampo é uma das intervenções de saúde pública mais eficazes, visando erradicar a doença. O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, que pode levar a complicações graves como pneumonia, encefalite e óbito, especialmente em crianças pequenas e imunocomprometidos. A vacina tríplice viral (SCR), que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é fundamental para a imunidade coletiva. O esquema vacinal de rotina no Brasil prevê a primeira dose da SCR aos 12 meses e a segunda dose aos 15 meses de idade. Em situações de surto ou alto risco epidemiológico, é recomendada a "dose zero" para crianças de 6 a 11 meses. É crucial entender que essa dose precoce não é contabilizada no esquema de rotina e as crianças que a receberam ainda precisarão das doses de 12 e 15 meses para garantir a proteção completa e duradoura. As contraindicações para a vacina SCR, que é uma vacina de vírus vivo atenuado, incluem estados de imunodeficiência grave (congênita ou adquirida, como quimioterapia antineoplásica em curso ou transplante de medula recente) e gravidez. No entanto, a vacinação de mães no pós-parto imediato é segura e compatível com a amamentação, oferecendo proteção à mãe sem risco para o lactente.
O esquema de rotina para a vacina tríplice viral (SCR) inclui a primeira dose aos 12 meses de idade e a segunda dose (reforço) aos 15 meses de idade.
A "dose zero" é indicada para crianças de 6 a 11 meses de idade em situações de surto ou alto risco. Ela confere proteção temporária, mas não substitui as doses de rotina, que devem ser administradas aos 12 e 15 meses.
As contraindicações incluem imunodeficiência grave (primária ou secundária a quimioterapia, transplante recente), gravidez, uso de corticosteroides em altas doses e histórico de reação anafilática a componentes da vacina.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo