HSL Copacabana - Hospital São Lucas Copacabana (RJ) — Prova 2020
A proteção de profissionais de saúde por intermédio da vacinação é parte importante no controle e prevenção de infecções para profissionais de saúde e seus pacientes, em especial os imunossuprimidos, que têm risco de complicações graves se adquirirem uma doença imunoprevenível. Quanto aos procedimentos relativos à imunização de profissionais e estudantes da área de saúde segundo o esquema recomendado pelo Ministério da Saúde no Brasil, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:( ) São indicadas duas doses na vida de vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba). para profissionais de saúde até 29 anos.( ) Para ser considerado protegido contra o tétano, um profissional de saúde que perdeu a carteira de vacinas e não possui qualquer outro registro de suas vacinas deverá fazer uma dose da vacina dupla tipo adulto (dT) e reforços a cada 10 anos.( ) Para profissional de saúde com esquema de três doses de vacina contra hepatite B e que, ao fazer sorologia após 10 anos da última dose, apresentou dosagem de anti-AgHBs < 10 UI/ml, é recomendada uma nova dose da vacina e repetir a sorologia 30 a 60 dias após.( ) Os profissionais de saúde que trabalham na área assistencial, sem história de varicela ou com história duvidosa, devem receber a vacina, principalmente aqueles em contato com pacientes imunodeprimidos e os da área de pediatria.( ) Entre as vacinas indicadas para os profissionais de saúde, recomende-se a vacinação anual contra influenza e a vacina pneumocócica polissacarídica 23.
Vacinação PHS: Tríplice viral 2 doses (independente idade se sem histórico/sorologia), dT reforço 10 anos, Hepatite B revacinar se anti-AgHBs <10 UI/ml, Varicela PHS sem histórico, Influenza anual. Pneumocócica não é rotina para PHS.
O esquema vacinal para profissionais de saúde é crucial para sua proteção e a dos pacientes. É importante conhecer as indicações específicas para tríplice viral, dT, hepatite B, varicela e influenza, e saber que a pneumocócica não é de rotina para PHS saudáveis.
A imunização de profissionais de saúde (PHS) é uma estratégia fundamental para a proteção individual e coletiva, prevenindo a transmissão de doenças infecciosas no ambiente de trabalho e protegendo pacientes vulneráveis, especialmente os imunossuprimidos. O Ministério da Saúde estabelece um calendário vacinal específico para esses profissionais, visando garantir a segurança de todos. Pontos chave incluem a vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), onde duas doses são indicadas para PHS sem histórico de doença ou comprovação vacinal, independentemente da idade. Para tétano e difteria, a vacina dupla tipo adulto (dT) requer reforços a cada 10 anos. A vacina contra hepatite B é crucial; após o esquema de três doses, a sorologia para anti-AgHBs deve ser verificada. Se o título for < 10 UI/ml, especialmente após 10 anos, uma dose de reforço e nova sorologia são recomendadas. A vacina contra varicela é indicada para PHS sem história da doença ou sorologia negativa, principalmente aqueles em contato com pacientes imunodeprimidos ou na pediatria. É importante ressaltar que a vacinação anual contra influenza é universalmente recomendada para PHS. No entanto, a vacina pneumocócica polissacarídica 23 (VPP23) não é uma indicação rotineira para todos os PHS saudáveis, sendo reservada para grupos de risco específicos. Residentes devem dominar essas recomendações para garantir sua própria proteção e a de seus pacientes, além de estarem aptos a orientar outros profissionais e estudantes.
Profissionais de saúde sem comprovação de vacinação ou sorologia positiva para sarampo, rubéola e caxumba devem receber duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias, independentemente da idade.
Profissionais com esquema completo de três doses e anti-AgHBs < 10 UI/ml após 10 anos da última dose devem receber uma dose de reforço e repetir a sorologia 30 a 60 dias depois para verificar a resposta.
Não, a vacina pneumocócica polissacarídica 23 (VPP23) não é indicada de rotina para todos os profissionais de saúde. Ela é recomendada para grupos de risco específicos, como idosos ou indivíduos com certas condições de saúde crônicas, não sendo uma indicação universal para PHS saudáveis.
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