FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2020
A puérpera deve receber a(s) seguinte(s) vacina(s), caso não tenha sido vacinada na gestação e maternidade:
Puérpera não vacinada deve receber Influenza e SCR (Sarampo, Caxumba, Rubéola) pós-parto para proteção materna e indireta do bebê.
A puérpera deve ter seu cartão de vacinação atualizado. Vacinas como a Influenza são recomendadas anualmente. As vacinas de vírus vivos atenuados, como Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR/MMR), são contraindicadas na gestação, mas devem ser administradas no pós-parto se a mulher não tiver imunidade ou histórico vacinal completo, garantindo sua proteção e evitando a transmissão para o recém-nascido.
A vacinação no período pós-parto é uma estratégia fundamental de saúde pública, visando proteger a mãe e, indiretamente, o recém-nascido. Muitas mulheres chegam ao puerpério com o esquema vacinal incompleto ou com vacinas que não puderam ser administradas durante a gestação devido a contraindicações. É um momento oportuno para atualização, pois a mulher está em contato com os serviços de saúde e a imunização materna contribui para a saúde familiar. Entre as vacinas essenciais para a puérpera, destacam-se a vacina contra a Influenza, que deve ser administrada anualmente, e a tríplice viral (SCR - Sarampo, Caxumba e Rubéola). A vacina SCR, por ser de vírus vivos atenuados, é contraindicada na gestação, mas altamente recomendada no pós-parto para mulheres sem comprovação de imunidade ou vacinação prévia. A imunização contra rubéola, em particular, é crucial para prevenir a Síndrome da Rubéola Congênita em futuras gestações. Outra vacina importante é a dTpa (difteria, tétano e coqueluche), que, se não administrada entre 27 e 36 semanas de gestação, deve ser aplicada no pós-parto para proteger o recém-nascido contra a coqueluche. Residentes devem estar familiarizados com o calendário vacinal da puérpera e as contraindicações específicas, garantindo que todas as mulheres recebam as vacinas necessárias. A educação sobre a importância da vacinação e a desmistificação de mitos são parte integrante do cuidado pós-natal, assegurando a saúde materna e a proteção da criança nos primeiros meses de vida, quando sua imunidade ainda está em desenvolvimento.
As vacinas recomendadas para a puérpera incluem Influenza (anualmente), dTpa (difteria, tétano e coqueluche, se não administrada na gestação) e SCR (sarampo, caxumba e rubéola, se não houver comprovação de imunidade ou vacinação prévia).
A vacina SCR é composta por vírus vivos atenuados e, por precaução teórica de risco fetal, é contraindicada durante a gestação. No pós-parto, ela pode ser administrada com segurança, inclusive em mulheres que amamentam, para conferir imunidade à mãe e prevenir a transmissão para o bebê.
A vacinação da puérpera protege a mãe contra doenças infecciosas e, em alguns casos, pode conferir imunidade passiva ao recém-nascido através do aleitamento materno (ex: anticorpos para coqueluche). Além disso, reduz o risco de exposição do bebê a patógenos maternos.
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