HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2022
Sr. José, de 63 anos de idade, com antecedente de hipertensão arterial sistêmica, está acamado por sequela de um acidente vascular encefálico (AVE) ocorrido em abril deste ano. Durante visita médica domiciliar, foi avaliado o cartão vacinal do Sr. José, que apresentava os seguintes registros: Quais vacinas devem ser indicadas nesse momento?:
Idoso acamado >60a: Indicar Influenza anual, Antipneumocócica (esquema) e dT (reforço a cada 10 anos).
Pacientes idosos, especialmente aqueles acamados e com comorbidades como HAS e sequela de AVE, são de alto risco para infecções respiratórias e tétano. As vacinas de influenza (anual), antipneumocócica (esquema sequencial) e o reforço de dT (a cada 10 anos) são prioritárias para essa população, visando reduzir morbimortalidade.
A vacinação em idosos é uma estratégia fundamental de saúde pública para reduzir a morbimortalidade por doenças infecciosas, especialmente em pacientes com comorbidades ou acamados, que apresentam maior vulnerabilidade. O envelhecimento do sistema imunológico (imunossenescência) e a presença de doenças crônicas aumentam o risco de infecções graves. O calendário vacinal do idoso inclui vacinas essenciais como a Influenza, que deve ser administrada anualmente devido à constante mutação do vírus e ao alto risco de complicações respiratórias. A vacina antipneumocócica é indicada para prevenir doenças invasivas causadas por pneumococos, sendo recomendado um esquema sequencial com a vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) e a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23). Além disso, a vacina dT (difteria e tétano) é importante, com reforço a cada 10 anos, para manter a proteção contra o tétano, uma doença grave que pode ocorrer após ferimentos, e a difteria. A avaliação do cartão vacinal e a indicação das vacinas apropriadas são responsabilidades cruciais do médico na atenção ao idoso.
As vacinas prioritárias para idosos incluem a vacina contra Influenza (anual), a vacina antipneumocócica (com esquema sequencial de VPC13 e VPP23) e a vacina dT (difteria e tétano), com reforço a cada 10 anos.
A vacina antipneumocócica é crucial para idosos devido ao maior risco de desenvolver doenças invasivas por Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e bacteremia, que podem ser graves e fatais nessa faixa etária.
Em adultos e idosos, o reforço da vacina dT (difteria e tétano) deve ser administrado a cada 10 anos, para manter a proteção contra essas doenças.
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