Unioeste/HUOP - Hospital Universitário do Oeste do Paraná - Cascavel (PR) — Prova 2017
Assinale a alternativa que contém a vacina que faz parte do calendário de vacinação dos idosos de 60 anos ou mais e que é disponibilizada na rede pública de saúde.
Idosos ≥ 60 anos no SUS → Vacina dT (Difteria e Tétano) faz parte do calendário.
A vacina dT (Difteria e Tétano) é recomendada para idosos a cada 10 anos, ou em caso de ferimentos graves, se a última dose tiver sido há mais de 5 anos. Ela é fundamental para proteger contra doenças graves que podem ter alta morbidade e mortalidade nessa faixa etária.
A vacinação em idosos é um pilar fundamental da saúde pública, visando reduzir a morbidade e mortalidade por doenças infecciosas nessa população vulnerável. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil oferece um calendário específico para pessoas com 60 anos ou mais, que todo residente e profissional de saúde deve dominar para garantir a proteção adequada dos pacientes. Entre as vacinas disponíveis na rede pública para idosos, a vacina dT (Difteria e Tétano) é de suma importância. O tétano, em particular, é uma doença grave com alta letalidade em idosos, e a difteria, embora menos comum, pode ter desfechos severos. A imunização contra essas doenças é crucial, e o reforço decenal da dT é uma prática essencial na atenção primária e secundária. Além da dT, outras vacinas como a da influenza (anual) e a pneumocócica (com esquemas específicos) também fazem parte do calendário do idoso no SUS. Conhecer as indicações, contraindicações e esquemas de vacinação é vital para a prática clínica, contribuindo para a prevenção de doenças e a promoção da saúde em uma população que cresce exponencialmente no Brasil.
No calendário do SUS para idosos ≥ 60 anos, a vacina dT (Difteria e Tétano) é uma das principais, com reforço a cada 10 anos. A vacina contra influenza é anual e a pneumocócica também é indicada.
A vacina dT protege contra difteria, uma doença bacteriana grave que afeta o sistema respiratório, e tétano, uma infecção que causa espasmos musculares dolorosos, ambas com risco aumentado de complicações em idosos.
A vacina dT deve ser administrada a cada 10 anos para idosos, ou em caso de ferimentos graves, se a última dose tiver sido há mais de 5 anos, para garantir a proteção contínua.
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