UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2024
Sobre vacinação anti-papilomavírus (anti-HPV), é correto afirmar:
Vacina HPV quadrivalente SUS: meninos 11-14a, meninas 9-14a. Protege contra 4 tipos de cânceres.
A vacina HPV quadrivalente no SUS visa reduzir a incidência de cânceres associados ao HPV, como colo de útero, pênis, ânus e garganta, abrangendo uma faixa etária específica para meninos e meninas. É importante conhecer as indicações e o esquema vacinal.
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) é uma das estratégias mais eficazes de saúde pública para a prevenção de diversos tipos de câncer. O HPV é um vírus comum, transmitido sexualmente, e alguns de seus tipos são oncogênicos, ou seja, podem causar câncer. A introdução da vacina no calendário nacional de vacinação do SUS representa um marco na prevenção primária dessas neoplasias. No Brasil, o SUS oferece a vacina HPV quadrivalente, que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do vírus. Os tipos 16 e 18 são responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo de útero, enquanto os tipos 6 e 11 estão associados a verrugas genitais. A vacina é indicada para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, além de populações específicas como pessoas vivendo com HIV/aids, transplantados e pacientes oncológicos, que recebem 3 doses. A importância da vacinação reside na sua capacidade de reduzir significativamente a incidência de cânceres relacionados ao HPV, como o de colo de útero, pênis, ânus e orofaringe. É fundamental que profissionais de saúde estejam atualizados sobre o esquema vacinal, as indicações e a importância da adesão para garantir a máxima proteção da população.
No SUS, a vacina HPV quadrivalente é indicada para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Para imunocomprometidos, a faixa etária é estendida.
A vacina HPV quadrivalente protege contra os tipos de HPV responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero, além de câncer de pênis, ânus e orofaringe.
Sim, a vacina HPV é indicada para pessoas vivendo com HIV/aids, transplantados e pacientes oncológicos, com um esquema vacinal diferenciado de 3 doses.
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