HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2022
Em relação ao esquema de vacinação na gestante com toxoide tetânico, é incorreto afirmar que:
Vacina dT gestante: 3 doses, intervalo mínimo 1 mês, 3ª dose até 20 dias antes parto. Reforço 10 anos, ou 5 anos em nova gravidez.
O esquema vacinal para gestantes com toxoide tetânico (dT ou dTpa) é crucial para prevenir o tétano neonatal. A administração correta das doses e seus intervalos garante a transferência de anticorpos protetores para o feto, sendo a terceira dose preferencialmente aplicada até 20 dias antes do parto para máxima proteção.
A vacinação da gestante contra o tétano é uma medida de saúde pública de extrema importância para a prevenção do tétano neonatal, uma doença grave com alta letalidade. O tétano neonatal é causado pela toxina do Clostridium tetani, que pode contaminar o coto umbilical. A imunização materna confere proteção ao recém-nascido através da passagem transplacentária de anticorpos. O esquema vacinal para gestantes com toxoide tetânico (dT ou dTpa) visa garantir níveis adequados de anticorpos. Para gestantes não vacinadas ou com histórico incompleto, são recomendadas três doses, com um intervalo mínimo de um mês entre elas. A terceira dose é crucial e deve ser administrada, no máximo, até 20 dias antes da data provável do parto para assegurar a máxima transferência de imunidade passiva. Os reforços da vacina dT são recomendados a cada dez anos. No entanto, em caso de uma nova gravidez, o reforço deve ser antecipado para cinco anos, garantindo a manutenção da proteção. É fundamental que os profissionais de saúde orientem as gestantes sobre a importância e o esquema correto da vacinação para otimizar a saúde materno-infantil.
O esquema primário para gestantes não vacinadas ou com histórico vacinal desconhecido consiste em três doses, com intervalo mínimo de um mês entre elas.
A vacinação da gestante é fundamental para a prevenção do tétano neonatal, uma doença grave e frequentemente fatal em recém-nascidos, através da transferência passiva de anticorpos maternos.
A terceira dose deve ser aplicada, no máximo, até 20 dias antes da provável data do parto para garantir tempo hábil para a produção e transferência de anticorpos protetores ao feto.
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