SMS-RJ - Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2024
Toda gestante deve ser orientada a atualizar a carteira de vacinação no pré-natal. A vacina que está contraindicada durante o pré-natal é a da:
Vacinas de vírus vivos atenuados (ex: rubéola, sarampo, caxumba, varicela) são contraindicadas na gestação.
Vacinas de vírus vivos atenuados, como a da rubéola (parte da tríplice viral), são contraindicadas na gestação devido ao risco teórico de infecção fetal. A imunização deve ser feita antes da gravidez ou no pós-parto.
A vacinação durante a gestação é uma estratégia crucial de saúde pública para proteger tanto a mãe quanto o feto/recém-nascido contra doenças infecciosas. O calendário vacinal da gestante inclui vacinas seguras e eficazes, como a dTpa (difteria, tétano e coqueluche), que confere proteção passiva ao bebê contra a coqueluche, e a vacina contra influenza, que previne complicações graves da gripe em ambos. A vacina contra hepatite B também é indicada para gestantes suscetíveis. No entanto, algumas vacinas são contraindicadas na gravidez devido ao risco teórico de infecção fetal. Este é o caso das vacinas de vírus vivos atenuados, como a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a vacina contra varicela. Embora o risco de teratogenicidade seja extremamente baixo e não haja casos documentados de síndrome da rubéola congênita causados pela vacina, a precaução é manter a contraindicação. A imunização contra rubéola é fundamental para mulheres em idade fértil, mas deve ser realizada antes da concepção ou no período pós-parto. É essencial que os profissionais de saúde orientem as gestantes sobre a importância da atualização da carteira vacinal e as contraindicações específicas. A triagem do estado vacinal no pré-natal permite identificar mulheres suscetíveis à rubéola e outras doenças, possibilitando a vacinação oportuna no período adequado, garantindo a segurança da mãe e do bebê.
As principais vacinas recomendadas para gestantes são a dTpa (difteria, tétano e coqueluche), a vacina contra influenza (gripe) e a vacina contra hepatite B, se a gestante não for previamente imunizada ou suscetível.
A vacina da rubéola é uma vacina de vírus vivo atenuado. Existe um risco teórico, embora muito baixo, de transmissão do vírus vacinal para o feto, o que poderia causar malformações. Por isso, é contraindicada na gestação e deve ser administrada antes ou após a gravidez.
Recomenda-se que a gestação seja evitada por pelo menos 30 dias (ou 1 mês) após a administração da vacina tríplice viral (que inclui rubéola). No entanto, a ocorrência de gestação nesse período não é indicação para interrupção.
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