HSC - Hospital Samaritano Campinas (SP) — Prova 2023
Secundigesta com um parto normal há 2 anos de 37 anos, com idade gestacional de 8 semanas e 1 dia pela DUM, vem para primeira consulta de pré-natal. Traz carteira da vacinação com as seguintes anotações: dT (difteria e tétano) com 3 doses há 2 anos, tríplice viral há 16 anos, influenza há 2 anos. Assinale a alternativa que indica a correta orientação vacinal.
Gestante: Influenza e Hepatite B (se não imunizada) AGORA; dTpa após 20ª semana.
A vacinação na gestação é crucial para proteger mãe e bebê. A vacina contra influenza é indicada em qualquer idade gestacional durante a campanha. A vacina contra hepatite B deve ser iniciada se a gestante não for imunizada. A dTpa é administrada a partir da 20ª semana para proteção contra coqueluche no recém-nascido. A tríplice viral é contraindicada na gravidez.
A vacinação na gestação é uma estratégia fundamental de saúde pública para proteger tanto a mãe quanto o feto/recém-nascido contra doenças infecciosas. A imunização materna pode prevenir doenças graves na gestante e, através da transferência passiva de anticorpos via placenta, conferir proteção ao bebê nos primeiros meses de vida, período em que ele é mais vulnerável e ainda não pode ser vacinado para algumas doenças. É crucial que os profissionais de saúde estejam atualizados sobre o calendário vacinal específico para gestantes. O calendário vacinal da gestante inclui vacinas importantes como a influenza, que deve ser administrada anualmente durante a campanha, em qualquer idade gestacional. A vacina contra hepatite B é indicada para gestantes não imunizadas ou com esquema incompleto, devendo ser iniciada o mais precocemente possível. A vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) é de extrema importância e deve ser administrada a partir da 20ª semana de gestação, preferencialmente entre a 27ª e a 36ª semana, para proteger o recém-nascido contra a coqueluche. Vacinas de vírus vivos atenuados, como a tríplice viral, são contraindicadas na gravidez. A correta orientação vacinal e a adesão ao esquema recomendado são pilares do pré-natal de qualidade. A avaliação do cartão de vacinação e a atualização das imunizações são responsabilidades do médico, visando a saúde materno-infantil. A compreensão dos riscos e benefícios de cada vacina, bem como das contraindicações, é essencial para a prática clínica segura e eficaz, preparando o residente para manejar adequadamente a saúde da gestante.
As vacinas recomendadas para gestantes incluem a vacina contra influenza (em qualquer idade gestacional durante a campanha), a vacina contra hepatite B (se não imunizada ou com esquema incompleto) e a dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular), que deve ser administrada a partir da 20ª semana de gestação.
A vacina dTpa é recomendada para gestantes a partir da 20ª semana de gestação, preferencialmente entre a 27ª e a 36ª semana. O objetivo é garantir a produção e transferência de anticorpos maternos para o feto, protegendo o recém-nascido contra a coqueluche nos primeiros meses de vida.
Vacinas de vírus vivos atenuados são geralmente contraindicadas durante a gestação devido ao risco teórico de infecção fetal. Exemplos incluem a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a vacina contra varicela. A gestante deve ser orientada a não engravidar por 30 dias após a aplicação dessas vacinas.
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