UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2022
Em relação à imunização para COVID 19 de grávidas e puérperas de acordo com as recomendações FEBRASGO, NÃO PODEMOS AFIRMAR:
Vacina COVID-19 gestantes/puérperas: Pfizer/Coronavac recomendadas; vetor viral contraindicadas. Reforço pode ser no 3º trimestre.
As recomendações atuais da FEBRASGO e PNI permitem a dose de reforço da vacina COVID-19 em qualquer trimestre da gestação, incluindo o terceiro, desde que respeitado o intervalo de 6 meses da última dose. A segurança e eficácia das vacinas de mRNA e vírus inativado são bem estabelecidas para este grupo.
A imunização contra COVID-19 em gestantes e puérperas é um tema de grande relevância na obstetrícia, visando proteger tanto a mãe quanto o feto/recém-nascido de complicações graves da doença. As diretrizes da FEBRASGO e do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são cruciais para orientar a conduta dos profissionais de saúde, recomendando vacinas de mRNA (Pfizer) e de vírus inativado (Coronavac) e contraindicando as de vetor viral (AstraZeneca e Janssen) para este grupo. A segurança das vacinas de mRNA e vírus inativado na gestação e puerpério tem sido amplamente demonstrada em estudos, com baixo risco de eventos adversos graves para a mãe e o feto. A vacinação completa, incluindo a dose de reforço, é fundamental para garantir a máxima proteção. A dose de reforço pode ser administrada em qualquer trimestre da gestação, desde que respeitado o intervalo mínimo de 6 meses da última dose. É imperativo que os médicos ofereçam informações claras e baseadas em evidências às gestantes e puérperas, abordando os riscos da COVID-19 na gravidez e a segurança das vacinas aprovadas. A adesão ao esquema vacinal completo e à dose de reforço é uma medida preventiva essencial para reduzir a morbimortalidade materna e neonatal associada à infecção por SARS-CoV-2.
As vacinas de mRNA (Pfizer) e de vírus inativado (Coronavac) são recomendadas. As vacinas de vetor viral (AstraZeneca, Janssen) são contraindicadas para este grupo, conforme as diretrizes da FEBRASGO e PNI.
Sim, a dose de reforço pode ser administrada em qualquer trimestre da gestação, incluindo o terceiro, desde que o intervalo de 6 meses da última dose seja respeitado, utilizando vacinas de mRNA ou vírus inativado.
As vacinas de vetor viral foram contraindicadas para gestantes e puérperas devido à falta de dados robustos de segurança e eficácia nesse grupo específico no início da campanha. As recomendações da FEBRASGO e PNI mantiveram a preferência por mRNA e vírus inativado, que possuem mais dados de segurança.
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