HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2015
Entre as situações listadas a seguir, aquela que é a principal indicação para vacinação contra a rubéola, é:
Mulheres em período fértil sem imunização → principal indicação vacina rubéola para prevenir SRC.
A vacinação contra a rubéola em mulheres em idade fértil é crucial para prevenir a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), uma condição grave que pode afetar o feto se a mãe contrair rubéola durante a gestação. É importante garantir que essas mulheres estejam imunizadas antes de engravidar.
A rubéola é uma doença viral aguda, geralmente benigna, mas com grande potencial teratogênico quando adquirida durante a gestação. A Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) é uma condição grave que pode resultar em malformações congênitas múltiplas, como surdez, catarata, cardiopatias e retardo do desenvolvimento. A prevenção da SRC é o principal objetivo da vacinação contra a rubéola. A principal estratégia de controle da rubéola e prevenção da SRC é a vacinação de mulheres em idade fértil que não possuem imunidade. A vacina é parte da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e é oferecida no calendário vacinal infantil e para adultos suscetíveis. É crucial que mulheres que planejam engravidar verifiquem seu status vacinal e se vacinem, se necessário, antes da concepção. A vacina é de vírus vivo atenuado e, portanto, contraindicada na gravidez. Após a vacinação, recomenda-se evitar a gravidez por um período de 30 dias. A imunização de trabalhadores de saúde e crianças em creches também é importante para o controle da doença, mas a proteção das mulheres em idade fértil é a medida mais eficaz para erradicar a SRC.
É fundamental para prevenir a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), uma condição grave que pode causar malformações fetais se a gestante for infectada, especialmente no primeiro trimestre.
A vacina é contraindicada durante a gravidez e em casos de imunodeficiência grave. Mulheres devem evitar engravidar por 30 dias após a vacinação devido ao risco teórico para o feto.
A infecção por rubéola no primeiro trimestre da gravidez pode levar à Síndrome da Rubéola Congênita, com risco de surdez, catarata, cardiopatias congênitas e retardo mental no bebê.
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