HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (SP) — Prova 2023
A principal intervenção visando à profilaxia da infecção por Influenza consiste na administração de
Profilaxia primária da Influenza = Vacinação anual.
A vacinação anual é a principal e mais eficaz estratégia de saúde pública para a profilaxia da infecção por Influenza, reduzindo a incidência da doença, suas complicações e a mortalidade. Os antivirais são usados para tratamento ou quimioprofilaxia em situações específicas.
A Influenza, ou gripe, é uma infecção respiratória aguda causada pelo vírus Influenza, que pode variar de uma doença leve a grave, com potencial para complicações sérias e morte, especialmente em grupos de risco. Devido à sua alta transmissibilidade e à capacidade do vírus de sofrer mutações antigênicas, a profilaxia é uma medida de saúde pública de extrema importância. A principal e mais eficaz intervenção para a profilaxia da infecção por Influenza é a vacinação anual. As vacinas são formuladas anualmente com base nas cepas virais que se espera que circulem na próxima temporada, conferindo imunidade ativa e reduzindo significativamente a incidência da doença, a gravidade dos casos e as taxas de hospitalização e mortalidade. Embora existam medicamentos antivirais como o oseltamivir, zanamivir, peramivir e baloxavir, estes são primariamente utilizados para o tratamento da Influenza, especialmente se iniciados nas primeiras 48 horas do início dos sintomas. Podem ser empregados para quimioprofilaxia pós-exposição em cenários específicos, mas não substituem a vacinação como a estratégia de prevenção primária e em larga escala.
A vacinação anual é crucial porque o vírus Influenza sofre mutações constantes (deriva antigênica), exigindo a atualização da composição da vacina para garantir proteção contra as cepas circulantes mais prováveis. Ela reduz a gravidade da doença e a mortalidade.
A vacina é recomendada anualmente para todos a partir dos 6 meses de idade, especialmente para grupos de alto risco como idosos, crianças pequenas, gestantes, puérperas, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades.
Sim, antivirais como o oseltamivir podem ser usados para quimioprofilaxia pós-exposição em situações específicas, como surtos em instituições ou para indivíduos de alto risco que tiveram contato com casos confirmados, mas não substituem a vacinação como principal medida preventiva.
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