BCG em RN: Conduta com Contato Intradomiciliar de Tuberculose

UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2019

Enunciado

Recém-nascido (RN) de 24 dias de vida foi trazido à Unidade Básica de Saúde para receber a vacina BCG. A enfermeira informou ao médico que um tio da criança, que reside no mesmo domicílio, é soropositivo para HIV e está sendo investigado para tuberculose, tendo sido realizada coleta de escarro para baciloscopia há 2 dias. Com base nas informações, qual a conduta mais adequada para o RN?

Alternativas

  1. A) Vacinar com BCG e solicitar prova tuberculínica; se > 5 mm, iniciar quimioprofilaxia primária por 3 meses.
  2. B) Vacinar com BCG e iniciar quimioprofilaxia primária por 6 meses.
  3. C) Não vacinar, aguardar o resultado da baciloscopia do tio e, se positiva para BAAR, iniciar quimioprofilaxia primária por 3 meses e, após, realizar prova tuberculínica; se > OU = 5mm, prosseguir com quimioprofilaxia primária por mais 6 meses.
  4. D) Não vacinar, aguardar o resultado da baciloscopia do tio e, se positiva para BAAR, iniciar quimioprofilaxia primária por 6 meses.
  5. E) Não vacinar, aguardar o resultado da baciloscopia do tio e, se positiva para BAAR, iniciar quimioprofilaxia primária por 3 meses e, após, realizar prova tuberculínica; se < 5mm, aplicar a vacina BCG.

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