UFPB/HULW - Hospital Universitário Lauro Wanderley - João Pessoa (PB) — Prova 2020
O que devemos administrar a um adolescente que refere nunca ter recebido vacina DPT (Difteria, Pertussis e Tétano), DT (Difteria e Tétano) ou dT (Difteria e Tétano) ou essa informação é impossível de ser obtida:
Adolescente sem histórico vacinal DPT/DT/dT → 3 doses de dT (0-2-4 ou 0-1-6 meses), reforço a cada 10 anos com dT ou dTpa.
Para adolescentes com histórico vacinal desconhecido ou incompleto para difteria e tétano, o esquema de resgate consiste em três doses da vacina dT (dupla adulto), com intervalos de 60 dias (ou mínimo de 30 dias) entre as doses. Após a série primária, um reforço a cada 10 anos é recomendado, preferencialmente com dTpa (difteria, tétano e pertussis acelular) para adolescentes e adultos, especialmente para aqueles que convivem com bebês.
A imunização contra difteria e tétano é fundamental em todas as faixas etárias, e o esquema vacinal para adolescentes e adultos que não possuem histórico vacinal completo ou confiável é um ponto importante na prática clínica. A vacina DPT (tríplice bacteriana) é utilizada na infância, enquanto a dT (dupla adulto) e a dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) são as indicadas para adolescentes e adultos. Para um adolescente que nunca recebeu vacina DPT, DT ou dT, ou cujo histórico é desconhecido, o esquema de resgate consiste em uma série primária de três doses da vacina dT. O intervalo recomendado é de 60 dias entre as doses (0, 2 e 4 meses), mas um intervalo mínimo de 30 dias pode ser utilizado em situações de necessidade. Esta série primária é essencial para induzir uma resposta imune robusta e duradoura. Após a conclusão da série primária, a manutenção da proteção requer doses de reforço. Recomenda-se um reforço a cada 10 anos com a vacina dT. No entanto, a vacina dTpa é preferível como um dos reforços para adolescentes e adultos, especialmente para aqueles com contato próximo com lactentes, pois oferece proteção adicional contra a coqueluche, uma doença grave em bebês. Residentes devem estar atualizados com o calendário vacinal e as recomendações para esquemas de resgate.
Para adolescentes sem histórico vacinal, o esquema recomendado é de três doses da vacina dT (dupla adulto), com intervalos de 60 dias (ou mínimo de 30 dias) entre a primeira e a segunda, e entre a segunda e a terceira dose.
O reforço a cada 10 anos é crucial para manter os níveis de anticorpos protetores contra tétano e difteria, pois a imunidade conferida pelas vacinas diminui com o tempo, garantindo proteção contínua.
A vacina dTpa (difteria, tétano e pertussis acelular) é preferível para adolescentes e adultos como um dos reforços (geralmente o primeiro após os 10 anos da última dT), especialmente para gestantes, profissionais de saúde e pessoas que convivem com bebês, para conferir proteção contra coqueluche.
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