FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2016
Em todo o mundo, em 2014, foram registrados 160 mil casos da doença de SARAMPO, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Desde 2013, o Brasil registrou surtos de sarampo nos estados do Ceará e em Pernambuco. Foram confirmados 1.057 casos, sendo 803 no Ceará e 224 em Pernambuco, entre 2013 e 2015. Com relação a prevenção de casos de sarampo é correto afirmar:
Prevenção sarampo: vacina tríplice viral, 1ª dose 1 ano, 2ª dose 5-6 anos.
A vacina tríplice viral (SCR) é a principal medida de prevenção contra o sarampo, com a primeira dose administrada aos 12 meses de idade e a segunda dose entre 15 meses e 4-6 anos (dependendo do esquema vacinal local e histórico). Manter altas coberturas vacinais é crucial para evitar surtos e a reintrodução da doença.
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, altamente contagiosa, causada por um vírus RNA da família Paramyxoviridae. Apesar de ser prevenível por vacinação, ainda representa um desafio de saúde pública global, com surtos ocorrendo em diversas regiões devido à queda nas coberturas vacinais. No Brasil, esforços contínuos de vacinação levaram à eliminação da circulação endêmica do vírus, mas a importação de casos e a baixa adesão à vacinação em algumas áreas ainda geram surtos localizados, como os observados entre 2013 e 2015. A principal medida de prevenção do sarampo é a vacinação com a vacina tríplice viral (SCR), que confere imunidade duradoura. O esquema vacinal recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) consiste em duas doses: a primeira aos 12 meses de idade e a segunda dose, como reforço, aos 15 meses de idade. É fundamental que as crianças recebam ambas as doses para garantir a máxima proteção. A vigilância epidemiológica ativa é igualmente importante para identificar e conter rapidamente qualquer caso suspeito, evitando a disseminação do vírus. Para residentes, é crucial entender que a incidência, a evolução clínica e a letalidade do sarampo são fortemente influenciadas por fatores socioeconômicos, nutricionais e imunológicos. Além disso, o fluxo de turismo e comércio internacional representa um risco constante de importação do vírus, mesmo em países com altas coberturas vacinais. Portanto, a manutenção de um sistema de vigilância robusto e a adesão rigorosa ao calendário vacinal são pilares para a proteção da saúde pública contra o sarampo.
No Brasil, o esquema vacinal recomendado para a prevenção do sarampo é a vacina tríplice viral (SCR), que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A primeira dose é administrada aos 12 meses de idade, e a segunda dose, como reforço, é aplicada aos 15 meses de idade, ou entre 4 e 6 anos, dependendo do calendário vacinal específico de cada região ou programa.
A manutenção de altas coberturas vacinais é crucial para o controle do sarampo porque a doença é altamente contagiosa. Altas taxas de vacinação criam a imunidade de rebanho, protegendo indiretamente aqueles que não podem ser vacinados (como bebês muito jovens ou imunocomprometidos), dificultando a circulação do vírus e prevenindo surtos.
A incidência, evolução clínica e letalidade do sarampo são significativamente influenciadas por condições socioeconômicas, nutricionais (especialmente deficiência de vitamina A), estado imunológico do indivíduo e fatores que favorecem aglomerações. Populações vulneráveis e com baixa cobertura vacinal são as mais afetadas, com maior risco de complicações graves e óbito.
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