ENARE/ENAMED — Prova 2022
A respeito da vacina contra o rotavírus, oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações, assinale a alternativa INCORRETA.
Vacina rotavírus: regurgitação/vômito pós-dose → NÃO repetir dose.
A vacina oral contra o rotavírus, mesmo que regurgitada ou vomitada logo após a administração, não deve ter a dose repetida. A absorção da vacina é rápida e a repetição da dose pode aumentar o risco de eventos adversos, como intussuscepção.
A vacina contra o rotavírus é uma das imunizações essenciais do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Brasil, visando prevenir gastroenterites graves em lactentes. É uma vacina oral, administrada em duas doses, com um esquema de idades mínimas e máximas rigoroso para garantir sua eficácia e segurança, especialmente em relação ao risco de intussuscepção. A administração da vacina rotavírus requer atenção às janelas de idade: a primeira dose deve ser dada entre 2 meses e 3 meses e 15 dias, e a segunda dose entre 3 meses e 15 dias e 7 meses e 29 dias. É crucial respeitar esses limites para otimizar a proteção e minimizar riscos. Um ponto frequentemente questionado é a conduta em caso de regurgitação ou vômito após a dose. Nesses casos, a dose não deve ser repetida. Acredita-se que a absorção da vacina ocorra rapidamente, e a repetição da dose poderia, teoricamente, aumentar o risco de intussuscepção, um evento adverso raro, mas grave, associado à vacina. Portanto, a orientação é considerar a dose válida e seguir o esquema vacinal normalmente, sem repetições.
A primeira dose da vacina rotavírus deve ser administrada entre 2 meses e 3 meses e 15 dias. A segunda dose deve ser administrada entre 3 meses e 15 dias e 7 meses e 29 dias.
Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação, a dose NÃO deve ser repetida, pois a absorção é rápida e a repetição pode aumentar o risco de intussuscepção.
As contraindicações incluem histórico de intussuscepção, malformações congênitas do trato gastrointestinal não corrigidas e imunodeficiência grave.
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