CSNSC - Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo (RJ) — Prova 2020
A vacina HPV (papiloma vírus humano) deve ser aplicada em crianças e adolescentes idealmente antes da exposição ao vírus. A recomendação atual é que devem ser vacinado(a)s:
Vacina HPV: meninos e meninas a partir de 9 anos, idealmente antes do início da vida sexual.
A vacinação contra o HPV é uma estratégia fundamental de saúde pública para prevenir infecções pelo papilomavírus humano e suas consequências, como câncer de colo de útero, outros cânceres anogenitais e orofaríngeos, e verrugas genitais. A recomendação atual no Brasil abrange ambos os sexos.
A vacina contra o Papilomavírus Humano (HPV) representa um dos maiores avanços na prevenção de cânceres relacionados a infecções virais. O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum e pode levar ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe, além de verrugas genitais. A recomendação de vacinação visa proteger indivíduos antes de sua potencial exposição ao vírus, maximizando a resposta imune e a eficácia da vacina. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina quadrivalente para meninas e meninos, com o objetivo de reduzir a incidência dessas doenças. É fundamental que profissionais de saúde estejam atualizados sobre as recomendações de vacinação, incluindo a faixa etária e o esquema de doses, para promover a adesão e combater mitos e desinformação. A vacinação em ambos os sexos é crucial para a proteção individual e para a saúde pública, contribuindo para a redução da circulação do vírus na população.
No Brasil, a vacinação contra o HPV é recomendada para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, idealmente antes do início da vida sexual.
A vacina HPV previne infecções pelos tipos de HPV que causam câncer de colo de útero, vulva, vagina, ânus, pênis, orofaringe e verrugas genitais, protegendo ambos os sexos.
O esquema vacinal no SUS para a faixa etária de 9 a 14 anos é de duas doses com intervalo de 6 meses. Para imunocomprometidos e vítimas de violência sexual, o esquema pode ser de três doses.
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