SMS Piracicaba - Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba (SP) — Prova 2019
De acordo com a publicação FEBRE AMARELA Guia para profissionais de saúde – M.S.2017, algumas situações representam maior risco de eventos adversos pós- vacinação, sendo necessária avaliação criteriosa e individualizada do risco-benefício para a recomendação da vacina, levando-se em consideração as situações onde se encontram as pessoas ou para onde vão se deslocar: em áreas com recomendação da vacina ou em situação de surtos ou de intensificação de vacina contra a febre amarela. São tais situações, exceto:
Primovacinação FA em > 60 anos NÃO é contraindicação absoluta, mas exige avaliação risco-benefício.
A primovacinação contra febre amarela em pessoas com 60 anos ou mais não é uma contraindicação absoluta, mas exige avaliação individualizada do risco-benefício devido a um risco ligeiramente aumentado de eventos adversos graves, especialmente doença viscerotrópica.
A vacina contra febre amarela é uma medida de saúde pública essencial para prevenir a doença em áreas endêmicas ou de risco. No entanto, por ser uma vacina de vírus vivo atenuado, possui contraindicações e situações que exigem avaliação cuidadosa do risco-benefício para evitar eventos adversos graves. Entre as contraindicações absolutas estão crianças menores de 6 meses, imunodeprimidos (congênitos ou adquiridos), gestantes e nutrizes de lactentes menores de 6 meses (exceto em situações de surto e alto risco). Situações que demandam avaliação criteriosa incluem primovacinação em pessoas com 60 anos ou mais, doenças agudas febris moderadas a graves (adiar), e pessoas com doenças de etiologia potencialmente autoimunes ou hematológicas. A primovacinação em idosos (>60 anos) é um ponto de atenção, pois há um risco aumentado de eventos adversos graves, como doença viscerotrópica e neurotrópica associada à vacina. Portanto, a decisão de vacinar deve considerar a real exposição ao vírus e os riscos individuais do paciente, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.
Contraindicações absolutas incluem crianças menores de 6 meses, imunodeprimidos, gestantes e nutrizes de lactentes menores de 6 meses (em áreas sem surto).
Idosos, especialmente na primovacinação, têm um risco ligeiramente aumentado de eventos adversos graves, como doença viscerotrópica e neurotrópica, exigindo análise cuidadosa em relação à exposição ao vírus.
Doenças agudas febris moderadas a graves (adiar vacinação), doenças de etiologia potencialmente autoimunes, doenças hematológicas, e uso de imunossupressores são exemplos que demandam avaliação individualizada.
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