HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2021
O uso de Cloroquina pode ser associado à:
Cloroquina pode causar hipocalemia por deslocamento transcelular de potássio, aumentando risco de arritmias.
A Cloroquina, especialmente em doses elevadas ou em casos de intoxicação, pode induzir hipocalemia. Este efeito é primariamente mediado pelo deslocamento de potássio do espaço extracelular para o intracelular, e não por perdas renais ou intestinais.
A Cloroquina é um medicamento antimalárico e imunomodulador com diversos efeitos adversos, sendo a hipocalemia um dos mais importantes, especialmente em situações de superdosagem. É crucial que os profissionais de saúde estejam cientes dessa complicação. O mecanismo fisiopatológico da hipocalemia induzida pela Cloroquina envolve o deslocamento do potássio do compartimento extracelular para o intracelular. Isso ocorre devido à sua interação com a bomba de sódio-potássio ATPase, alterando o gradiente eletroquímico e o transporte de íons. A hipocalemia pode levar a arritmias cardíacas potencialmente fatais, fraqueza muscular e rabdomiólise. O manejo envolve a monitorização dos níveis séricos de potássio e a correção da hipocalemia, além do tratamento de suporte para a intoxicação.
A Cloroquina pode causar hipocalemia principalmente por um deslocamento de potássio do espaço extracelular para o intracelular, mediado por sua ação na bomba de sódio-potássio ATPase.
A hipocalemia pode levar a arritmias cardíacas graves, fraqueza muscular e rabdomiólise, sendo um efeito adverso importante a ser monitorado, especialmente em casos de superdosagem.
A hipocalemia é mais comum em casos de intoxicação aguda por Cloroquina, onde doses elevadas do medicamento são ingeridas, mas pode ocorrer também com uso terapêutico em pacientes suscetíveis.
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