Urgência Hipertensiva: Manejo na Atenção Primária

INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Paulo, 42 anos, motorista de taxi há 20 anos, residente em um bairro da Grande Vitória - ES, teve uma discussão no trânsito e sentiu-se mal. Sentiu dor de cabeça e, por isso, resolveu ir para casa. Por insistência da esposa, buscou atendimento médico na Unidade de Saúde (U,S.) do bairro que residem. Apesar de ser cadastrado na U.S., Paulo raramente comparecia às consultas agendadas naquela unidade. Na consulta, persistia com cefaleia e com PA de 170/105 mmHg. Informou ser portador de Hipertensão Arterial Sistêmica de longa data e, embora previamente medicado, não fazia uso regular da medicação. A frequência cardíaca estava normal. O IMC indicou Grau I para obesidade e relatou hábito de fumar desde os 15 anos de idade. A conduta médica premente e adequada para o caso é:

Alternativas

  1. A) Encaminhar o paciente ao Pronto Atendimento da região.
  2. B) Encaminhar o paciente imediatamente ao Pronto Socorro.
  3. C) Estabilizar a PA com administração de anti-hipertensivo sublingual e encaminhar posteriormente para o Pronto Socorro.
  4. D) Otimizar o tratamento anti-hipertensivo e agendar retornos subsequentes à U.S.

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