Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2021
O tratamento mais adequado para uretrite por Clamídia fora da gestação é
Uretrite por Clamídia (não gestante) → Azitromicina 1g VO dose única ou Doxiciclina 100mg VO 7 dias.
O tratamento de escolha para uretrite por Chlamydia trachomatis em pacientes não gestantes é a Azitromicina 1g via oral em dose única ou Doxiciclina 100mg via oral duas vezes ao dia por 7 dias. Essas opções são eficazes e bem toleradas, visando erradicar a infecção e prevenir complicações.
A uretrite por Chlamydia trachomatis é uma das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) bacterianas mais comuns, afetando tanto homens quanto mulheres. Em homens, pode causar uretrite não gonocócica, com sintomas como disúria, prurido uretral e secreção uretral mucopurulenta. Em mulheres, a infecção pode ser assintomática ou causar cervicite, que, se não tratada, pode evoluir para doença inflamatória pélvica (DIP), infertilidade e gravidez ectópica. O diagnóstico é feito por testes de amplificação de ácidos nucleicos (NAATs) em amostras de urina ou swab uretral/cervical. O tratamento é crucial não apenas para aliviar os sintomas, mas também para prevenir complicações a longo prazo e a transmissão para parceiros sexuais. Para pacientes não gestantes, as opções de tratamento recomendadas incluem Azitromicina 1g via oral em dose única ou Doxiciclina 100mg via oral duas vezes ao dia por 7 dias. É fundamental tratar todos os parceiros sexuais para evitar a reinfecção e a propagação da doença. Aconselhamento sobre práticas sexuais seguras e rastreamento para outras ISTs também são componentes essenciais do manejo.
O tratamento de primeira linha para uretrite por Clamídia em adultos não gestantes é Azitromicina 1g via oral em dose única ou Doxiciclina 100mg via oral duas vezes ao dia por 7 dias.
A Azitromicina é uma boa opção devido à sua eficácia, boa tolerância e, principalmente, por ser administrada em dose única, o que melhora a adesão ao tratamento e a erradicação da infecção.
Em pacientes com uretrite por Clamídia, é fundamental investigar outras ISTs concomitantes, como gonorreia, sífilis e HIV, devido à alta prevalência de coinfecções.
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