IOVALE - Instituto de Olhos do Vale (SP) — Prova 2021
Durante a cirurgia de transplante renal, a reconstrução urinária consiste habitualmente em
Transplante renal: reconstrução urinária padrão é a ureteroneocistostomia (ureter do doador na bexiga do receptor).
A reconstrução urinária no transplante renal é um passo crítico da cirurgia. A técnica mais comum e preferida é a ureteroneocistostomia, onde o ureter do rim transplantado é implantado diretamente na bexiga do receptor, geralmente com uma técnica anti-refluxo para prevenir complicações urológicas.
O transplante renal é o tratamento de escolha para a doença renal crônica terminal, oferecendo melhor qualidade de vida e sobrevida em comparação com a diálise. A cirurgia de transplante renal é um procedimento complexo que envolve a implantação de um rim doador no receptor e a subsequente reconstrução vascular e urinária. A etapa da reconstrução urinária é crucial para o sucesso do transplante e para evitar complicações pós-operatórias que possam comprometer a função do enxerto. A reconstrução urinária consiste habitualmente na ureteroneocistostomia, que é a anastomose do ureter do rim transplantado à bexiga do receptor. Esta técnica é preferida por sua eficácia e segurança. Existem diferentes abordagens para realizar essa anastomose, sendo as mais comuns as técnicas extravesicais (como a de Lich-Gregoir) ou intravesicais (como a de Politano-Leadbetter), ambas visando criar um túnel submucoso para prevenir o refluxo vesicoureteral, que poderia levar a infecções urinárias e danos ao enxerto. Embora a ureteroneocistostomia seja geralmente bem-sucedida, complicações urológicas podem ocorrer, como estenose ureteral, fístula urinária e refluxo. O monitoramento cuidadoso da função renal, do débito urinário e a vigilância para sinais de infecção são essenciais no pós-operatório. O manejo dessas complicações pode variar desde abordagens minimamente invasivas (dilatação endoscópica, colocação de stent) até reintervenções cirúrgicas, destacando a importância de um acompanhamento multidisciplinar para garantir a longevidade do enxerto e a saúde do paciente transplantado.
A técnica mais comum é a ureteroneocistostomia, que envolve a anastomose do ureter do rim doador diretamente à bexiga do receptor. Geralmente, é realizada com uma técnica anti-refluxo para minimizar o risco de refluxo vesicoureteral e infecções urinárias.
É a técnica preferida devido à sua simplicidade, baixa taxa de complicações e bons resultados a longo prazo. Ela estabelece um fluxo urinário direto e eficaz do rim transplantado para a bexiga, essencial para a função renal adequada.
As complicações incluem estenose ureteral, fístula urinária, refluxo vesicoureteral e infecções do trato urinário. A estenose e a fístula são as mais graves e podem exigir intervenção cirúrgica ou endoscópica para preservar a função do enxerto.
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